Miranda Sarmento destaca "resiliência" da economia portuguesa

Durante a cerimónia de lançamento da nova Alfândega de Sines, no auditório da Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS), o ministro das Finanças citou um estudo do Banco de Portugal, "que será apresentado na segunda-feira", para demonstrar esta realidade.
Joaquim Miranda Sarmento, ministro das Finanças
José Sena Goulão / Lusa - EPA
Lusa 09 de Junho de 2026 às 21:40

O ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, disse esta terça-feira, em Sines, no distrito de Setúbal, que a economia portuguesa tem demonstrado "uma enorme resiliência", no período pós-pandemia, com capacidade de crescimento e atração de investimento.

"A economia portuguesa, sobretudo no pós-pandemia, tem tido uma enorme resiliência, tem tido uma enorme capacidade de crescimento e de atração de investimento, tem tido uma enorme capacidade de criação de emprego e de aumento dos salários", afirmou.

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Durante a cerimónia de lançamento da nova Alfândega de Sines, no auditório da Administração dos Portos de Sines e do Algarve (APS), o governante citou um estudo do Banco de Portugal, "que será apresentado na segunda-feira", para demonstrar esta realidade.

"Os salários reais, a seguir à pandemia, a seguir ao período inflacionista 2022-2023, estão a crescer acima de 3%, ou seja, os salários depois da inflação estão a aumentar de uma forma significativa e como infelizmente já não víamos há bastante tempo no nosso país", realçou.

Joaquim Miranda Sarmento ligou esse desempenho ao dinamismo económico de Sines, apontando-o como um dos principais exemplos da capacidade do país para atrair investimento.

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"A nossa economia tem sido capaz de criar riqueza, de atrair investimento, de exportar. Hoje os dados das exportações mostram também esse dinamismo e Sines é o melhor exemplo disso", assinalou o governante, destacando os investimentos da CALB, Galp, Repsol, Data Centers e da gigafábrica de IA.

Além destes investimentos, o governante considerou ainda o Porto de Sines "absolutamente vital" para a economia portuguesa quer nas "exportações industriais", como na "importação de componentes" e outras matérias-primas.

A nova Alfândega de Sines, que funciona atualmente como uma delegação aduaneira de Setúbal, irá funcionar nas instalações do Porto de Sines, na Zona de Atividades Logísticas, a partir de 01 de janeiro de 2027.

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