Petróleo valoriza mas negoceia em mínimos de sete semanas
Os preços do petróleo seguiam a valorizar mas perto de mínimos de sete semanas, depois de ter negociado em queda pressionado pelo aumento da produção da organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e da China.
Os contratos petrolíferos seguem agora a valorizar depois de já ter estado a negociar na casa dos 122 dólares por barril, em Nova Iorque, o que corresponde a uma desvalorização de mais de 16% desde que atingiu os novos máximos acima dos 147 dólares.
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Os investidores olham para estes valores como uma oportunidade de adquirir contractos a valores mais acessíveis, o que está a contribuir para a valorização dos preços da matéria-prima.
As cotações têm registado uma tendência de queda, pressionadas pelos receios de uma redução da procura devido ao abrandamento económico que se faz sentir a nível global. A contribuir para a desvalorização das últimas sessões estão também as notícias sobre um aumento de produção por parte da China e da OPEP.
O segundo maior produtor petrolífero chinês, China Petrochemical, anunciou que aumentou a sua produção petrolífera no primeiro trimestre em 2,4%, quando comparado com os valores registados no ano anterior.
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Também a Ptrologistics, na passada sexta-feira, afirmou que a OPEP vai aumentar a sua produção petrolífera em cerca de 200 mil barris por dia no mês de Julho.
“O lado da oferta está bastante estável neste momento, e não há surpresas” afirmou Tetsu Emori sa Astmax citado pela Bloomberg.
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