Quem fica com quanto dos 750 mil milhões para a retoma da UE?
A Bloomberg teve acesso a dados do Parlamento alemão sobre a alocação dos subsídios. Os números não compõem o valor total, uma vez que 30% dos recursos serão desembolsados em 2023 e dependerão do desempenho económico dos países do bloco em 2020 e 2021. Os números também podem ser alterados quando o orçamento for negociado no Parlamento Europeu.
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França e Grécia também se destacam como grandes beneficiárias dos recursos. Esses países foram duramente atingidos pela pandemia, inclusive devido ao grande abalo em setores como o turismo.
Segundo os dados, a Alemanha receberá 15,2 mil milhões de euros em subvenções da UE e pretende usar essa quantia para não contrair dívidas adicionais e poder financiar novas iniciativas de crescimento.
O pacote de estímulos sem precedentes, acertado pelos líderes da UE no mês passado, será financiado por dívidas emitidas em conjunto pela UE, que estreitarão os laços que unem as 27 nações do bloco. O fundo de emergência distribuirá 390 mil milhões de euros em subsídios e 360 mil milhões de euros em empréstimos a juros baixos.
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Quase um terço dos recursos será destinado ao combate às alterações climáticas. Juntamente com o próximo orçamento de sete anos do bloco, de 1 bilião de euros, o programa constituirá o maior pacote ambiental já visto. Todas as despesas devem ser consistentes com o objetivo do Acordo de Paris de redução das emissões causadoras do efeito de estufa.
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