Outros sites Cofina
Notícias em Destaque
Notícia

Crescimento do PIB revisto novamente em alta para 3%

O crescimento da economia portuguesa no segundo trimestre foi novamente revisto em alta, desta vez para 3%, mostram os dados estatísticos do INE.

Miguel Baltazar/Negócios
Nuno Aguiar naguiar@negocios.pt 22 de Setembro de 2017 às 11:06
  • Partilhar artigo
  • 7
  • ...
O Instituto Nacional de Estatística (INE) já actualizou a sua base de dados, revelando uma nova revisão em alta do produto interno bruto (PIB) no segundo trimestre deste ano. O novo número aponta para um crescimento de 3% face ao mesmo trimestre do ano anterior. 

É a segunda revisão em alta do PIB do segundo trimestre, que já tinha sido revisto de 2,8% (estimativa rápida) para 2,9%, reforçando a ideia que a economia está em aceleração. Assim, nos primeiros seis meses deste ano, a economia nacional avançou a um ritmo superior a 2,9%, muito acima da estimativa de variação do PIB que tinha sido prevista pelo Governo e outras instituições. A generalidade das estimativas aponta agora para um crescimento em torno de 2,5%.

A anterior revisão em alta tinha sido provocada pelo comércio internacional. Afinal, segundo o INE, a diferença entre exportações e importações tinha dado um contributo positivo para o crescimento económico. Ainda assim, o principal motor da economia foi a procura interna, devido à aceleração do investimento que cresceu mais de 9%. 

"O Produto Interno Bruto (PIB) aumentou, em termos homólogos, 2,9% em volume no segundo trimestre de 2017 (taxa de 2,8% no trimestre anterior). A procura externa líquida manteve um ligeiro contributo positivo para a variação homóloga do PIB, verificando-se uma desaceleração em volume das Exportações de Bens e Serviços de magnitude idêntica à observada nas Importações de Bens e Serviços", podia ler-se no destaque do INE, publicado há um mês. "A procura interna manteve um contributo positivo elevado, superior ao do trimestre precedente, em resultado da aceleração do Investimento."


(Notícia actualizada)
Ver comentários
Saber mais economia crescimento consumo exportações investimento
Outras Notícias