Partidos adiam propostas sobre licença parental à espera da lei laboral
Alargamento da licença a seis meses, paga a 100% sem partilha, subscrita por 42,5 mil cidadãos, voltará a ser aprovada esta sexta-feira na generalidade, com o apoio de PS e Chega, mas desenho final das regras é uma incógnita. Partidos decidiram não arrastar mais iniciativas, depois do PSD ter defendido que, sem conclusões em concertação social, poderia ficar numa posição politicamente mais “delicada”.
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O projeto de lei que pretende alargar a licença parental para 180 dias, pagos a 100% e sem partilha, será de novo aprovado esta sexta-feira na generalidade, mas as soluções concretas dos deputados para um processo que chegou ao Parlamento há dois anos e meio e que não tem consenso vão ter de esperar. No início do mês, os partidos concordaram em não arrastar para esta discussão outras iniciativas sobre o tema, depois de o PSD ter defendido que com a discussão da proposta do Governo sem conclusões em concertação social – o que acontece desde julho – o partido que suporta o Executivo poderia ficar “numa posição politicamente mais delicada”.
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