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Viragem alemã e descontos deram acordo “histórico”

A cedência da maioria dos países europeus às exigências dos frugais deu o impulso final necessário a desbloquear o impasse. Mas foi a mudança política iniciada em maio pela chanceler Merkel que construiu os alicerces da resposta solidária da UE à crise.

A viragem feita por Merkel em aproximação a Macron foi determinante para a UE ser capaz de acordar uma resposta ambiciosa à recessão em curso.
A viragem feita por Merkel em aproximação a Macron foi determinante para a UE ser capaz de acordar uma resposta ambiciosa à recessão em curso. John Thys/REUTERS
David Santiago dsantiago@negocios.pt 21 de Julho de 2020 às 21:20
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Após uma maratona negocial de 90 horas, os líderes da União Europeia acordaram, na madrugada de terça-feira, os termos de um plano de 1,8 biliões de euros de resposta à crise pandémica.

Deveu-se às cedências aos frugais (Países Baixos, Áustria, Suécia e Dinamarca)? Foi Mark Rutte, primeiro-ministro holandês, o maior vencedor da contenda? Sim, mas não só.

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