FMI: Só 20 cêntimos em cada euro usado para travar preços da energia chegam aos mais pobres
Análise do FMI conclui que, no anterior choque energético, os cortes de impostos sobre os combustíveis beneficiam sobretudo quem menos precisa e que são mais caros do que medidas direcionadas às famílias mais pobres. Em 2026, Portugal continua a não apresentar medidas direcionadas.
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Por cada euro que os governos europeus gastaram em medidas para conter os preços da eletricidade, do gás natural e da gasolina durante a crise energética de 2022-2023, menos de 20 cêntimos chegaram às famílias mais pobres, conclui o Fundo Monetário Internacional (FMI), num novo estudo publicado nesta terça-feira, 6 de outubro.