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Estado vai reter mais IRS do que o devido. Reembolsos sobem em 2027

Os descontos de imposto feitos ao longo do ano vão, na maioria dos casos, superar valores a pagar com as novas tabelas de retenção a não refletirem inteiramente o alívio do OE. Contribuintes vão descontar menos, mas ainda acima do que devem.

Atualização nas retenções não vai, na generalidade dos casos, além dos 3% na comparação com as tabelas de retenção aplicadas no final de 2025. Já os escalões de IRS foram atualizados em 3,5%.
Atualização nas retenções não vai, na generalidade dos casos, além dos 3% na comparação com as tabelas de retenção aplicadas no final de 2025. Já os escalões de IRS foram atualizados em 3,5%.
07 de Janeiro de 2026 às 08:00
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As retenções na fonte de IRS em 2026 ficarão, na generalidade dos casos, abaixo do valor suportado nos últimos três meses de 2025, depois da descida intercalar de IRS então registada. No entanto, nos rendimentos mais elevados, os contribuintes vão descontar, ao longo do ano, valores ainda superiores ao imposto que terão efetivamente de pagar, com o acerto a ser feito depois em 2027, no momento da liquidação, refletindo-se nos reembolsos. A conclusão é da consultora PwC, depois de terem sido publicadas, esta terça-feira, as novas tabelas de retenção na fonte, a aplicar ao logo do ano.

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