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Trump vai assinar nova ordem executiva para "proteger o país"

Sem se referir a pormenores quanto ao decreto presidencial - depois de a anterior ordem visando a proibição de entrada de imigrantes e refugiados ter sido travada em tribunal -, Donald Trump diz que esta será "nova e muito completa".

Paulo Zacarias Gomes paulozgomes@negocios.pt 16 de Fevereiro de 2017 às 18:53
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O presidente norte-americano anunciou que vai assinar no início ou, mais tardar, no meio da próxima semana, uma "nova" e "completa" ordem executiva para "proteger" os cidadãos americanos, depois de ter visto suspenso pelos tribunais o decreto que impedia temporariamente a entrada de imigrantes e refugiados no país. 

"Vamos emitir uma nova e muito completa ordem para proteger o nosso povo," anunciou em declarações aos jornalistas em Washington, esta quinta-feira, 16 de Fevereiro.

Minutos mais tarde, acrescentou que será uma medida "adaptada à má decisão" do tribunal e que a Casa Branca tem alguns dos melhores advogados do país a trabalhar no assunto.

Já o Departamento de Justiça anunciou que Trump vai substituir a ordem executiva "num futuro próximo," de acordo com uma informação submetida em tribunal e citada pela Reuters.

A ordem executiva de Donald Trump, que limitou temporariamente a entrada de refugiados (por quatro meses) e também de imigrantes do Irão, Iraque, Sudão, Iémen, Síria, Líbia e Somália (por três meses), foi assinada a 27 de Janeiro por Donald Trump.


Justificada com a necessidade de monitorizar os cidadãos oriundos daqueles países pelo risco de atentados terroristas em território nacional, a decisão motivou protestos de milhares de pessoas, nos EUA e fora deles, sobretudo junto aos aeroportos.  

A 3 de Fevereiro o juiz James Robart bloqueou temporariamente a medida, dando início a uma batalha judicial, que levou a administração Trump a recorrer. Menos de uma semana depois, a 9 de Fevereiro, três juízes de um 
tribunal de recurso de São Francisco mantiveram a suspensão dos efeitos do decreto. 

"Vemo-nos em tribunal, a segurança da nossa nação está em jogo!", respondeu então o presidente no Twitter.
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