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Trump espera trazer 250 mil milhões em negócios da China

Para já foram anunciados apenas negócios no valor de 9 mil milhões de dólares, mas o valor deverá subir de forma substancial nos próximos dias.

Negócios com Bloomberg 08 de Novembro de 2017 às 15:06
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A administração norte-americana tem uma elevada fasquia para os resultados da visita de Donald Trump à China.

 

O objectivo (ainda não oficial) passa por celebrar negócios empresariais no valor de 250 mil milhões de dólares (215 mil milhões de euros), uma soma que supera o valor do PIB de Portugal em 2016.

 

Para já foram celebrados acordos no valor de 9 mil milhões de dólares, que envolvem 20 empresas, entre elas a DowDuPont, a General Electric e a Honeywell e companhias chinesas de quem estas empresas já são parceiras.

 

Contudo, o secretário do Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, revelou num encontro com executivos em Pequim que o objectivo passa por atingir 250 mil milhões de dólares. O valor foi revelado por duas fontes à Bloomberg e confirmado por fonte oficial da Casa Branca à agência de notícias.

 

Muitos dos acordos que deverão ser assinados nos próximos dias dizem respeito ao sector energético, sedo que o mais emblemático diz respeito à possibilidade de a China Petroleum & Chemical investir muitos milhares de milhões de dólares nas zonas que foram devastadas pelos furacões, num projecto que promete criar milhares de postos de trabalho na região.

 

Estes investimentos visam um dos principais objectivos da visita de Trump à China: reduzir o desequilíbrio da balança comercial entre os dois países.

 

"Resolver o problema do desequilíbrio no comércio com a China tem sido um dos focos das discussões colaborativas entre o presidente Trump e o presidente Xi", disse Wilbur Ross na cerimónia de assinatura destes primeiros acordos. "Alcançar um tratamento justo e reciproco entre as empresas dos dois países é um objectivo comum", acrescentou.

 

A visita de Trum à China decorre no aniversário da vitória do actual presidente dos Estados Unidos nas eleições de Novembro do ano passado.

“Vou ser o maior Presidente criador de emprego que Deus alguma vez criou.” - (11/01/2017)

“Falei com oficiais dos serviços secretos e perguntei-lhes: ‘Funciona? A tortura funciona?’ E eles responderam-me: ‘Sim, absolutamente!’ Sim, quero trazer de volta [a tortura]. Quero manter o nosso país a salvo.” - (26/01/2017)

“Sempre senti necessidade de orar. Diria que o gabinete do presidente é tão poderoso que você precisa ainda mais de Deus.” - (29/01/2017)

“A comunicação social falsa não é minha inimiga, é inimiga do povo americano.” - (17/02/2017)

"Os alemães são maus, muito maus. Vejam os milhares de automóveis que vendem nos Estados Unidos. Vamos pará-los." - (26/05/2017)

“Estamos a pensar construir o muro como um muro solar para que ele produza energia e se pague. Assim, o México terá que pagar muito menos dinheiro. E isso é bom, não acham?” - (21/06/2017)

“Fui eleito para representar os cidadãos de Pittsburgh e não de Paris. As nações que nos pedem para ficar no acordo são as mesmas que custaram milhões aos americanos.” - (21/06/2017)

"Acho que o Brexit vai ser uma coisa maravilhosa para o vosso país. (...) Um Reino Unido livre e independente é uma bênção para o mundo." - (21/07/2017)

"Estou muito decepcionado com a China. Os nossos antigos líderes, ingénuos, permitiram-lhes fazer centenas de milhares de milhões de dólares por ano em comércio e, no entanto, não fazem nada por nós em relação à Coreia do Norte." - (29/07/2017)

"É bom que a Coreia do Norte não faça mais ameaças aos EUA. Eles enfrentarão fogo e fúria como o mundo nunca viu." - (8/08/2017)

"Temos várias opções para a Venezuela, incluindo uma possível opção militar, se necessário. A Venezuela não é longe e há pessoas que sofrem e pessoas que morrem." - (11/08/2017)

"O sistema de saúde da Nâmbia [queria dizer Namíbia] é auto-suficiente”. - (21/09/2017)
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