Goldman deixa de recomendar "compra" de acções da Galp

O banco de investimento norte-americano subiu o preço-alvo para 16,5 euros, mas retirou a Galp da "lista de compras", depois da valorização recente das acções da petrolífera.
Edgar Caetano 14 de Março de 2012 às 07:50

“Não alterámos a nossa perspectiva de longo prazo para a empresa, mas depois de uma valorização de 20% desde o início do ano – que superou o desempenho do sector em 16% – vemos agora maior potencial de valorização em outras acções”, escreve o Goldman em nota de investimento a que o Negócios teve acesso.

O analista Henry Morris acrescenta que “mantemos a nossa visão de que a Galp está numa posição invejável em duas das maiores e mais lucrativas descobertas recentes em todo o Mundo: o Lula/Cernambi/Iara no Brasil e a jazida de Rovuma, em Moçambique”.

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Apesar do corte na recomendação, o Goldman aumentou o preço-alvo de 16,35 euros para 16,5 euros, reflectindo um potencial de valorização superior a 22% face à cotação actual.

“Ainda que este seja um retorno potencial atractivo, vemos um maior potencial de valorização na ENI e na [Royal Dutch] Shell, bem como na OMV e na BG”, remata o banco de investimento norte-americano.

Nota: A notícia não dispensa a consulta da nota de “research” emitida pela casa de investimento, que poderá ser pedida junto da mesma. O Negócios alerta para a possibilidade de existirem conflitos de interesse nalguns bancos de investimento em relação à cotada analisada, como participações no seu capital. Para tomar decisões de investimento deverá consultar a nota de “research” na íntegra e informar-se junto do seu intermediário financeiro.

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