Fidelidade avalia venda até 35% em bolsa para entrar no PSI

Seguradora está a ser assessorada pelo banco de investimento francês Lazard no processo de entrada em bolsa. A venda de 35% deixa a Fosun com 50% da Fidelidade. Expectativa é que a Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla inglesa) aconteça no próximo ano.
Rogério Campos Henriques é o CEO da Fidelidade.
João Cortesão
Negócios 24 de Abril de 2026 às 09:08

A seguradora Fidelidade está a estudar a possibilidade de vender em bolsa uma percentagem do seu capital, "entre 34% e 35%, para juntar-se às cotadas do PSI, avança o nesta sexta-feira. A e a expectativa é de que possa acontecer uma Oferta Pública Inicial (IPO, na sigla inglesa) no próximo ano.

Para entrar no PSI, a Fidelidade terá de ter uma capitalização mínima em "free float" (a parcela de capital negociada em bolsa e que não se encontra na posse dos acionistas de referência) de 100 milhões de euros. A venda de 35% deixa a Fosun com 50% da Fidelidade (51% no caso de vender 34%). O problema é que nesta participação de 34% ou de 35% terá de estar incluído o investimento que a Caixa Geral de Depósitos (CGD) já admitiu ter disponibilidade para fazer. A CGD tem 15% da Fidelidade mas admite reforçar.

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Caso se concretize, a entrada da Fidelidade no principal índice da bolsa portuguesa seria a primeira desde 2021, ano em que a Greenvolt (divisão de energias renováveis da Altri) integrou o então PSI-20. Atualmente, o PSI conta com 16 empresas cotadas.



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