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A crise na Bulgária por capítulos

Rumores, difundidos por SMS, email e redes sociais, provocaram uma onda de instabilidade nos bancos da Bulgária. As autoridades garantem que se trata de um ataque criminoso organizado e que a banca do país não está em risco.

Rita Faria afaria@negocios.pt 02 de Julho de 2014 às 13:11
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O primeiro caso: Corpbank

No início da semana passada, depois da divulgação dos alertas contra os bancos búlgaros, a corrida aos depósitos começou no Corpbank, o quarto maior banco do país. As autoridades, alarmadas, assumiram o controlo do banco.

 

O segundo caso: Fibank

Na última sexta-feira, 27 de Junho, a história repetiu-se com o terceiro maior banco do país, o Fibank. No espaço de poucas horas, os clientes levantaram mais de 400 milhões de euros, obrigando a instituição a fechar portas antecipadamente.

 

O apoio da Comissão Europeia

Já esta segunda-feira, 30 de Junho, a Comissão Europeia aprovou uma linha de crédito no valor de 1,6 mil milhões de euros para ajudar a banca da Bulgária, devolvendo-lhe estabilidade e, consequentemente, credibilidade.

 

As garantias das autoridades

O banco central da Bulgária já assegurou que os bancos do país estão a "funcionar com normalidade" depois do ataque especulativo. "A pressão causada por um ataque criminoso organizado já foi ultrapassada", acrescentou a autoridade. Também um responsável do FMI já veio garantir que o sistema financeiro da Bulgária tem liquidez e está bem capitalizado.

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