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Após Meo e Vodafone, Nos também confirma aumento de preços em alguns serviços em 2026

A subida será alinhada com a inflação. Também a Meo e a Vodafone Portugal vão subir os preços em 2026 conforme as condições contratuais previstas.

Miguel Almeida, CEO da Nos
Miguel Almeida, CEO da Nos João Cortesão
02 de Dezembro de 2025 às 18:22

A Nos vai aumentar os preços em alguns serviços em 2026, alinhado com a taxa de inflação, depois de no último ano ter optado por absorver o aumento dos custos, disse esta terça-feira à Lusa fonte oficial.

"No último ano, a Nos optou por não refletir os efeitos da inflação nos seus preços, absorvendo o aumento dos custos ao longo de toda a cadeia de valor", enquadrou a mesma fonte.

"Num contexto em que em diversos mercados têm anunciado revisões significativas de preços, em 2026 a Nos realizará um ajuste em alguns serviços, alinhado com a taxa de inflação", acrescentou fonte oficial.

Também a Meo e a Vodafone Portugal vão subir os preços em 2026 conforme as condições contratuais previstas, disseram à Lusa fontes oficiais.

"A Meo vai proceder, em 2026, à atualização de preços contratualmente prevista, com exceção dos serviços da marca digital Uzo e da marca para o segmento jovem, Moche", adiantou fonte oficial da operadora.

"Esta atualização contribui para manter o elevado padrão de qualidade e o nível de investimento na inovação e nas redes móvel e de fibra ótica", referiu a Meo.

Também a Vodafone vai atualizar os seus preços no próximo ano.

"A 9 de janeiro de 2026, o preço dos serviços Vodafone será atualizado até ao valor máximo da taxa de inflação prevista para 2025 e conforme condições contratuais", referiu fonte oficial da Vodafone Portugal.

Mais informações podem ser consultadas, a partir daquela data, em vfpt.pt/condicoes2026, segundo a operadora.

De acordo com a informação disponível no 'link', a Vodafone Portugal refere que as alterações aos preços permitem-lhe "continuar a investir" nas suas redes, produtos e serviços.

"Esta atualização, transversal a muitas indústrias, permite ajustar as nossas operações aos custos crescentes de manutenção de rede e de inovação e qualidade de serviço", lê-se no 'site'.

"A atualização de preços não se aplica a novos contratos ou renovações, feitos a partir de 11 de novembro, do segmento particulares. Não se aplica, também para estes clientes, a pré-pagos e aos tarifários mais recentes, nomeadamente, RED All In, Yorn Chill e Net+ e oferta Black Friday", segundo a Vodafone.

Para novas adesões, refidelizações e 'upgrades' de serviços empresariais, "a atualização de preços não será aplicada durante os primeiros seis meses, ou seja, até 8 de julho de 2026".

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