A construtora Mota & Companhia, através das «holdings» Algosi e Vallis, adquiriu 89.638 acções e 578.088 direitos de subscrição da Engil na sequência da oferta pública de aquisição (OPA) lançada sobre aquela construtora, anunciou hoje a Bolsa de Valores de Lisboa e Porto.
Eram objecto desta oferta 226.497 acções representativas de 1,52% do capital da Engil e 598.536 direitos de subscrição, ou «warrants».
A Mota desembolsou 977,05 mil euros (195,88 mil contos) na aquisição das acções e 289,04 mil euros (57,95 mil contos) com a compra dos «warrants». Cada acção custou 10,90 euros (2.185 escudos), enquanto cada «warrant» foi comprado a 0,50 euros (100,24 escudos)
A OPA tinha carácter geral e obrigatório, pelo que não estava condicionada à aquisição de um número mínimo de acções ou «warrants».
Antes da OPA, a empresa liderada por António Mota (na foto) detinha 95,16% do capital da Engil.
As acções da Mota subiram 3,02% para os 12,98 euros (2.602 escudos).