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Foi uma tendência passageira, explicada pelo “choque” inicial provocado pela pandemia. A vontade de armazenar a maior quantidade possível de bens na despensa fez com que, em abril, os portugueses fechassem os olhos aos produtos em promoção. Segundo uma análise da Nielsen, o peso das promoções no carrinho de compras dos portugueses chegou a cair de 50% para 32%. “As pessoas queriam levar tudo, independentemente do preço. Durante algumas semanas a promoção deixou de ser prioridade”, nota Marta Teotónio Pereira, consultora sénior da Nielsen.