Concursos solares do Alqueva contestados põem 3 milhões em risco
A EDIA - Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva admite um risco superior a três milhões de euros em indemnizações devido a ações judiciais interpostas pela I-Sete, que contestou três concursos para centrais fotovoltaicas lançados em 2024, escreve o Expresso esta segunda-feira. Apesar da disputa, os contratos, no valor global de mais de 34 milhões de euros, avançaram e estão em execução após visto do Tribunal de Contas.
No relatório e contas de 2025, a empresa pública revela ter constituído provisões de 3,05 milhões de euros para fazer face ao litígio, incluindo uma estimativa de 2,45 milhões por eventuais prejuízos da concorrente e até 600 mil euros em custos judiciais. Em causa estão quatro centrais solares flutuantes adjudicadas a consórcios liderados pela Greenvolt e EDP e à DST, que a I-Sete alega ter perdido devido a erros na avaliação das propostas.
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A EDIA refere que contestou "todos os argumentos" em tribunal, mas reconhece que, caso os processos lhe sejam desfavoráveis, não será possível reverter as adjudicações, restando apenas compensar a empresa excluída.
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