OPEP: Produção de petróleo recuou em Março
A produção de petróleo dos países da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) recuou em Março para um nível abaixo da meta mensal prevista para este ano. O abastecimento em Março diminiu devido a recuos na produção na Líbia, Nigéria, Emirados Árabes Unidos (EAU) e Irão. A produção recuou em 152,7 mil barris para um total de 31,9 milhões de barris produzidos durante o mês de Março, segundo dados da OPEP divulgados pelo Financial Times esta quarta-feira, 12 de Abril. O cartel previu para este ano uma produção média mensal de 32,2 milhões de barris. Na Líbia, o maior campo de produção de petróleo do país (Sharara) foi encerrado no final de Março por facções rebeldes armadas, juntando-se assim ao campo de Wafa, também encerrado no final de Março. Os analistas da OPEP prevêem que o crescimento sazonal da procura nos meses de verão devem provocar um aumento dos preços após o barril ter recuado abaixo dos 50 dólares em Março. O barril de Brent está a valorizar para os 56,50 dólares em Londres esta quarta-feira. O maior produtor da OPEP, a Arábia Saudita, disse que reduziu a produção diária em 111 mil barris em Março. Em Fevereiro, a produção do reino saudita tinha aumentado em 10 mil barris diários que serviu para abastecer inventários domésticos, e não para tentar aumentar as suas exportações. Para este ano, a OPEP prevê que a produção de petróleo de xisto nos Estados Unidos dispare dos 200 mil barris diários para os 540 mil barris diários. A produção norte-americana corresponde à quase totalidade da produção mundial fora dos países da OPEP, atingindo os 580 mil barris diários. "O regresso de refinarias após paragem para manutenção e o aumento da procura" devem contribuir para a "estabilidade do mercado e reduzir a volatilidade observada nas semanas recentes", disse a OPEP no seu relatório mensal. A Rússia, que não é membro da OPEP, reduziu a sua produção para os 11,05 milhões de barris diários em Março, no seguimento do acordo assinado com a OPEP, de forma a pressionar um aumento dos preços de petróleo.
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O abastecimento em Março diminiu devido a recuos na produção na Líbia, Nigéria, Emirados Árabes Unidos (EAU) e Irão. A produção recuou em 152,7 mil barris para um total de 31,9 milhões de barris produzidos durante o mês de Março, segundo dados da OPEP divulgados pelo Financial Times esta quarta-feira, 12 de Abril. O cartel previu para este ano uma produção média mensal de 32,2 milhões de barris.
Na Líbia, o maior campo de produção de petróleo do país (Sharara) foi encerrado no final de Março por facções rebeldes armadas, juntando-se assim ao campo de Wafa, também encerrado no final
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de Março.
Os analistas da OPEP prevêem que o crescimento sazonal da procura nos meses de verão devem provocar um aumento dos preços após o barril ter recuado abaixo dos 50 dólares em Março. O barril de Brent está a valorizar para os 56,50 dólares em Londres esta quarta-feira.
O maior produtor da OPEP, a Arábia Saudita, disse que reduziu a produção diária em 111 mil barris em Março. Em Fevereiro, a produção do reino saudita tinha aumentado em 10 mil barris diários que serviu para abastecer inventários domésticos, e não para tentar aumentar as suas exportações.
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Para este ano, a OPEP prevê que a produção de petróleo de xisto nos Estados Unidos dispare dos 200 mil barris diários para os 540 mil barris diários. A produção norte-americana corresponde à quase totalidade da produção mundial fora dos países da OPEP, atingindo os 580 mil barris diários.
"O regresso de refinarias após paragem para manutenção e o aumento da procura" devem contribuir para a "estabilidade do mercado e reduzir a volatilidade observada nas semanas recentes", disse a OPEP no seu relatório mensal.
A Rússia, que não é membro da OPEP, reduziu a sua produção para os 11,05 milhões de barris diários em Março, no seguimento do acordo assinado com a OPEP, de forma a pressionar um aumento dos preços de petróleo.
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Os preços do barril somam, no caso do Brent que cota em Londres, a avançar pela oitava sessão, a ganhar 0,48% para 56,50 euros e em máximos de mais de um mês. Em Nova Iorque o valor do West Texas Intermediate ganha pelo sétimo dia, para 53,62 dólares por barril, um ganho de 0,41%.
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