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Sector das Renováveis diz que não pressionou Governo

"Dão-nos mais poder do que o que realmente temos", diz António Sá da Costa, presidente da APREN.

André Cabrita-Mendes andremendes@negocios.pt 30 de Novembro de 2017 às 07:30

O presidente da Associação  das Energias Renováveis (APREN) garante que não pressionou o Governo para que a taxa das renováveis fosse chumbada no Parlamento.

 

O PS aprovou a taxa na sexta-feira no Parlamento e depois votou contra na segunda-feira. A que é que atribuiu a mudança de voto pelos deputados do PS?

Eu julgo que alguém no Governo se apercebeu disto. Meteu travões a fundo e ainda bem. Eu só me apercebi ao princípio da tarde de sexta-feira que o Bloco de Esquerda tinha mudado a proposta inicial sobre esta taxa para uma nova proposta. E depois a medida foi votada de novo na segunda-feira. Nem deu tempo de a APREN reagir.

 

Pegou no telefone e ligou para António Costa, para alguém do Governo ou algum deputado do PS sobre esta taxa?

Não tenho o telefone do primeiro-ministro e não fizemos nada disso. Dão-nos mais poder do que o que realmente temos.

 

A APREN foi consultada sobre esta taxa?

Não, mas numa situação normal seria o secretário de Estado da Energia ou o Bloco de Esquerda a abordarem-nos para estudarmos esta questão.

 

O sector iria para tribunal se a taxa avançasse?

É evidente que ninguém é roubado e não se vai queixar. E isto era um roubo ao sector das eólicas.

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