Start-ups Farfetch: Entrada em bolsa ainda sem “timing estabelecido”

Farfetch: Entrada em bolsa ainda sem “timing estabelecido”

Na conferência de imprensa de apresentação da nova estrutura na capital portuguesa, José Neves assume que “a abertura [do capital] em bolsa vai ser um passo que, mais tarde ou mais cedo, a empresa vai tomar”.
Farfetch: Entrada em bolsa ainda sem “timing estabelecido”
Bruno Simão/Negócios
Ana Laranjeiro 16 de maio de 2017 às 19:09

A Farfetch vai entrar em bolsa. Quando é uma incógnita. Na apresentação das novas instalações em Lisboa, o CEO da empresa, José Neves, assume que esse é um caminho que a empresa vai percorrer, mas sem um calendário definido. "A abertura [do capital] em bolsa vai ser um passo que, mais tarde ou mais cedo, a empresa vai tomar mas não temos o timing estabelecido", adiantou José Neves.

O tema não é novo. Em Junho de 2015, em entrevista ao Negócios, o líder da empresa de comércio electrónico de artigos de luxo adiantava que "a nível financeiro, o próximo passo será um IPO [entrada em bolsa]. Não sabemos ainda quando, não nos próximos dois anos com certeza. Ainda temos muito para crescer, mas o IPO será o próximo passo".

Em Novembro de 2016, a Bloomberg, citando algumas fontes conhecedoras do processo, diziam que a empresa luso-britânica estava a pensar avançar com a oferta pública inicial (IPO, na sigla anglo-saxónica) em finais de 2017. Para tal, a Farfetch tem mantido, segundo as mesmas fontes, reuniões com consultores. E dentro de meses deverá nomear oficialmente quem ficará responsável por essa assessoria. A notícia esclarecia que "o calendário do IPO visava coincidir com o plano da Farfetch de começar a gerar lucros em finais de 2017".




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