China Mobile investe 190 mil milhões de yuan renmimbi no 4G
A China Mobile, operadora de telecomunicações chinesa, investiu 190,2 mil milhões de yuan renmimbi (aproximadamente 23,3 mil milhões de euros) no 4G.
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Um serviço de Internet móvel mais rápido permitirá à maior operadora chinesa, por número de subscritores, aumentar as receitas por utilizador no longo prazo, segundo o Financial Times. O sistema de quarta geração só deverá começar a gerar receitas no final de 2013.
O resultado líquido da empresa, no último ano, cresceu 7% para 129,3 mil milhões de yuan renmimbi, divulgou quinta-feira a companhia. Este valor corresponde ao crescimento mais lento dos últimos três anos.
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A rede 4G da China Mobile deverá este ano passar das 15 cidades que cobria, no ano passado, para as 100 cidades, em 2013, abrangendo assim 500 milhões de habitantes, segundo a mesma publicação britânica.
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Com o objectivo de produzir “smartphones” a preços mais competitivos, a companhia chinesa tem investido mais nas subsidiárias, tentando desta forma captar utilizadores com menores rendimentos. Porém, este tipo de consumidores gastam, tendencialmente, menos em tráfego de dados do que os utilizadores de topo que se encontram nas grandes cidades, explica o FT.
A China Mobile enfrenta na China a concorrência da China Unicom e da China Telecom a quem foi permitido, pelo governo chinês usar redes de qualidade superior à que foi imposta à empresa dirigida Li Yue.
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Mais recentemente surgiu uma nova ameaça para a China Mobile, o serviço de comunicação entre telemóveis da Tencent, “WeChat”, que conquistou mais de 300 milhões de utilizadores, em menos de um ano. Xi Guohua, predidente da companhia, já afirmou que este serviço, bem como Skype são uma ameaça maior do que a China Unicom e a China Telecom.
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Em Janeiro, Tim Cook em visita à China reuniu como o presidente da China Mobile numa tentativa de conseguir uma parceria com a operadora de rede sem fios. A empresa chinesa possui 707 milhões de clientes – 64% do total de utilizadores de telefones móveis - mas não possui licença para vender iPhones. Já a Apple quer melhorar a quota de mercado na venda de “smartphones”, onde ocupa o sexto lugar no país, segundo o ranking da IDC. Esta parceria surge também como forma da companhia chinesa responder à ameaça das concorrentes.
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