Bolsa de Lisboa em queda ligeira. Ex-dividendo penaliza BCP
A bolsa de Lisboa começa a sessão desta segunda-feira em queda ligeira, em linha com algumas praças europeias como Paris (-0,2%), Madrid (-0,7%) Amesterdão (-0,29%).
A sessão tem um arranque dividido, com oito cotadas em terreno positivo, duas ainda inalteradas (Ibersol e Sonae) e seis em terreno negativo.
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No plano positivo está o setor energético, com a EDP Renováveis a avançar 1,06%, a EDP a somar 0,85%, a Galp a subir 0,72% e a REN a valorizar 0,14%. Na sexta-feira, o Governo admitiu recorrer ao mecanismo de "interesse público superior" para acelerar projetos de energias renováveis e armazenamento considerados estratégicos para o país. Também na semana passada, a EDP colocou em operação a maior central solar da empresa no Japão, um projeto de 44 megawatt-pico (MWp) em Fukushima desenvolvido para abastecer a Amazon com eletricidade renovável.
Ainda na tabela verde está a Corticeira Amorim que ganha 0,46%, a Jerónimo Martins que soma 0,17% e as papeleiras Navigator (0,24%) e Altri (0,10%).
Já a tabela vermelha é liderada pelo BCP que está em ex-dividendo. O banco vai proceder ao pagamento do dividendo bruto de 0,0344 euros, por conta do exercício de 2025, a partir de 3 de junho. Esta segunda-feira as ações do banco caem 2,51%.
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Do lado negativo estão ainda a Nos (-0,57%), CTT (-0,49%), Teixeira Duarte (-0,35%), Semapa (-0,21%) e Mota Engil (-0,17%).
Na abertura da bolsa, Sonae e Ibersol mantinham-se inalteradas mas a operadora de restaurantes de "fast food" apresentou contas na sexta-feira, após o fecho do PSI, pelo que os investidores vão reagir nesta sessão. A Ibersol registou prejuízos de 2,5 milhões de euros nos primeiros três meses deste ano, uma melhoria de um milhão face às perdas de 3,5 milhões de euros reportadas no primeiro trimestre de 2025. A empresa vai pagar um dividendo bruto de 0,7 euros por ação a partir de 9 de junho.
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