Lisboa mexe pouco na abertura. Mercados divididos sobre rumo da guerra no Médio Oriente
A bolsa de Lisboa arrancou a última sessão da semana sem grandes movimentações, num dia de limbo dos mercados, divididos entre a extensão do cessar-fogo entre o Líbano e Israel e a falta de avanço entre as negociações entre os EUA e Irão. O PSI, o índice de referência nacional, negociava quase inalterado, a perder 0,01% para 9.210,67 pontos, num dia em que as praças europeias abertas a esta hora negoceiam maioritariamente com perdas. Das 16 principais cotadas, 10 perdiam, cinco ganhavam e uma mantinha-se inalterada.
Três pesos-pesados perdiam de forma ligeira. O BCP cedia 0,94% para 0,8738 euros, a EDP Renováveis desvalorizava 0,15% ara 13,61 euros e a Jerónimo Martins recuava 0,10% para 20,64 euros, depois de ter anunciado a data de pagamento dos dividendos, no valor de 0,65 euros brutos por ação, será no próximo dia 12 de maio.
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Ainda em baixa estavam a Mota-Engil (-1,46%), os CTT (-0,94%), a Sonae (-0,51%), a Corticeira Amorim (-0,45%), a Teixeira Duarte (-0,24%), a Ibersol (-0,17% no dia em que apresenta contas trimestrais) e a Navigator (0,06%). A REN mantém-se inalterada.
Do lado dos ganhos está, sem surpresas, a Galp, que valorizava 1,19% para 19,56 euros, à boleia de nova valorização do petróleo - a esta hora, o barril de Brent negoceia nos 105 dólares. A EDP também subia 0,33% para 4,540 euros.
Também no verde estavam a Semapa (+1,32%), a Nos (+0,53%) e a Altri (+0,10%).
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