PSI fecha na linha de água. Europa volta às perdas devido à crise no Irão

Depois de um dia de recuperação, as bolsas europeias regressaram às quedas motivadas pelo conflito no Médio Oriente. O PSI fugiu à regra, escapando por pouco às perdas, impulsionada pelo contributo da Galp.
Vítor Chi
Pedro Barros Costa 16:58

Apesar de as bolsas europeias terem voltado a registar uma queda generalizada devido à crise no Médio Oriente, a bolsa de Lisboa fechou na linha de água, com a Galp a manter o índice à tona,.     

O índice de referência nacional, o PSI, subiu 0,01% para 8.932,42 pontos, com sete dos seus 16 títulos no verde, enquanto a maioria das praças europeias registou quedas de mais de 1%.   

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A petrolífera foi o peso pesado que mais valorizou, com ganhos de 2,27% para 19,16 euros. Depois de uma sessão mais calma na quarta-feira, o crude voltou a disparar com o aumento dos receios de constrangimentos da oferta motivados pela guerra entre EUA, Israel e Irão.

Ainda nos ganhos, destaque para o grupo EDP, em que a casa-mãe somou 0,45% para 4,277 euros e a subsidiária EDPR somou 1,02% para 12,86 euros. Também no verde, fecharam a Nos e as cotadas do setor do papel. A telecom subiu 1,67% para 5,47 euros, enquanto a Altri subiu 0,6,15% para 4,615 euros e a Navigator avançou 1,10% para 3,322 euros.                   

Em sentido contrário, o BCP fechou no fundo da tabela. O banco, que tem vindo a ser pressionado pelas perdas setoriais na Europa, recuou 2,25% para 0,8236 euros, apesar de a Autonomous Research e o Santander terem elevado o "target" para as ações.       

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O retalho também pressionou o índice, com a Jerónimo Martins a ceder 0,28% para 21,30 euros e a Sonae a recuar 1,04% para 1,906 euros, .

A construção seguiu a tendênca negativa verificada desde o deflagrar da guerra: a Mota-Engil recuou 2,29% para 4,616 euros e a Teixeira Duarte desceu 1,86% para 4,474 euros.    


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