Ritmo de subida dos juros da casa alivia. Atinge 3,162% em agosto

A prestação média fixou-se em 418 euros, quatro euros acima do mês anterior e mais 24 euros que em agosto de 2025.
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Miguel Baltazar/Negócios
Leonor Mateus Ferreira 21 de Outubro de 2026 às 11:25

Os juros aplicáveis aos créditos à habitação voltaram a subir pelo terceiro mês consecutivo, apesar de o ritmo ter desacelerado em agosto em comparação com o salto de julho. Segundo dados divulgados esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatísticas (INE), a taxa implícita no conjunto dos contratos subiu para 3,162% em agosto, traduzindo um aumento de 2,7 pontos-base face ao mês anterior.

A evolução deve-se à , que tem impacto direto na Euribor - que é usada como indexante no crédito da casa. Nesse sentido, os meses de junho e julho foram de agravamento dos encargos para as famílias, com a taxa de juro implícita a somar 3,6 e 3,4 pontos-base, respetivamente.

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. E nos contratos mais recentes, celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro manteve-se mesmo inalterada, em 2,91% tal como em julho. O capital médio em dívida para a totalidade dos créditos à habitação aumentou 725 euros, atingindo 80.188 euros.

A prestação média fixou-se em 418 euros, quatro euros acima do mês anterior e mais 24 euros que em agosto de 2025. Deste montante, a parcela relativa a juros representou 50,0%. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação subiu 13 euros, para 744 euros, correspondendo a um aumento homólogo de 14,3%.

Capital médio em dívida e taxas de juro implícitas para a totalidade dos contratos
INE
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(Notícia atualizada às 11:35 horas)

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