Mercados Novas regras para os mercados só na segunda metade do ano
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Novas regras para os mercados só na segunda metade do ano

Depois de ter sido aprovada na generalidade, a proposta de lei para a transposição da DMIF II terá agora vários passos a seguir. Mourinho Félix considera que o diploma deixa os pequenos investidores "mais protegidos
Novas regras para os mercados só na segunda metade do ano
Miguel Baltazar

Acaba agora o tempo em que se vendia tudo a todos". Foi assim que Ricardo Mourinho Félix apresentou, no Parlamento, a proposta de lei que vai transpor para o direito nacional a nova directiva para os mercados financeiros. Este diploma foi aprovado

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mais votado Exceção ao “tempo em que se vendia tudo a todos” 23.02.2018

A exceção, pioneira em Portugal e antecipando o que o Nobel William Sharp concretizou nos EUA,
ocorreu com a gestora de Fundos do antigo BNU.
Aquela recomendava ao cliente uma carteira otimizada de Fundos,
calculada com inteligência artificial
em função de um diagnóstico expedito, mas altamente rigoroso, do nível de tolerância ao risco.
Os adversários da inovação argumentaram que a mesma não servia os interesses do BNU,
pois, incentivando a venda de Fundos, iria canibalizar Depósitos,
que na altura era prioritário manter na ótica do interesse do Banco.
Mas a consideração do interesse dos Clientes prevaleceu,
e o BNU disso acabou por beneficiar:
A venda de Fundos aumentou expetacularmente;
Os Depósitos diminuíram a princípio, mas depois recuperaram;
Os Clientes evidenciaram gratificante reação;
Os Gestores de Contas do Banco firmaram uma relação de confiança com a gestora de Fundos,
potenciadora da utilização sinergética dos Fundos como testa de ponte de vendas cruzadas.

comentários mais recentes
RE: Exceção ao “tempo em que se vendia tudo …” (1) 24.02.2018

O que seria oportuno salientar em tal exceção,
(objetivamente um precursor do atual “Robo Advising”,
com algumas das vantagens do mesmo, mas sem o grande defeito
de dispensa do apoio e enriquecimento humano)
seriam 3 aspetos:
1-A poupança é estimulada
desde que aos clientes sejam disponibilizados produtos aliciantes.
Foi o caso de carteiras que,
além da utilidade individual dos fundos e depósitos que as constituíam, conquistavam um benefício adicional de conjunto,resultado da aplicação da inteligência artificial.
De fato, e como se viu, primeiro os depósitos diminuíam,
mas depois os clientes poupavam mais,
e os depósitos voltavam a aumentar.
Hoje, face a gravíssima baixa da taxa de poupança,
e a juros desmotivadoramente baixos,
a possibilidade de estimular a poupança,
pela via de aproveitar acréscimos de rendibilidade
resultantes de otimização e personalização do risco da carteira,
é oportunidade que seria incompreensìvel desperdiçar.

RE: Exceção ao “tempo em que se vendia tudo …” (2) 24.02.2018

2- Democratização dos benefícios da Gestão de Ativos,
tornando acessível à generalidade da população,
metodologias antes só de aplicação economicamente viável
na gestão de grandes fortunas.
Na verdade, a possibilidade de:
a)-Estruturar uma carteira de depósitos e fundos de investimento,
maximizando a relação rendibilidade/risco,
pela aplicação da teoria do Nobel Markowitz,
assim se conquistando um primeiro prémio de rendibilidade;
b)-Personalizar o risco dessa carteira,
face ao diagnóstico do nível de tolerância ao risco do cliente,
assim se conquistando um segundo e importantíssimo prémio de rendibilidade;
eram metodologias a que só as grandes fortunas
tinham o privilégio da viabilidade económica de acesso.
3-Ultrapassagem da desconfiança natural do pessoal bancário,
no tocante a inovação fugindo à rotina da atividade bancária tradicional,
passando as carteiras ótimas de depósitos e fundos de investimento,
a serem utilizados como estimulante
para a venda de outros produtos.

Sugestão à CMVM 23.02.2018

Atendendo ao objetivo enunciado de servir os interesses dos Investidores,
teria todo o interesse que os Investidores tomassem conhecimento
desta monumental “DMIF à Portuguesa”,
e que sobre ela emitissem opiniões,
a serem veiculadas para a AR a tempo de aproveitamento na discussão de especialidade.
Assim, e porque a atividade de Investidor, para ser levada a sério, é hoje muito árdua, deixando pouco tempo disponível para leituras colaterais,
(que neste caso chega próxima das 1500 páginas bem recheadas),
sugere-se à CMVM que prepare um resumo e quadros analíticos de síntese,
e os disponibilize no seu site, não deixando de difundir que o fez.
Os Deputados da AR, os Investidores em geral, os Profissionais da Gestão de Ativos,
não deixariam seguramente de se congratular com iniciativa
que visaria apoiar o enriquecimento e a democratização da apreciação de documento
que, tendo levado tanto tempo a elaborar,
bem merece particular esforço a analisar.

“Quo Vadis”, Investidores Portugueses ? 23.02.2018

Ides voltar a investir na Bolsa Portuguesa,
a que praticamente todos estais sentimentalmente ligados,
porque praticamente para todos foi a Vossa “Alma mater”?
Sentimentalmente, desejo não Vos escasseará.
Mas mais do que sentimental, é preciso ser realista
e continuar a seguir a desde sempre tradição do Povo Português:
quando não está bem, muda-se,
e “parte à conquista de novos mundos”,
mesmo que nunca perca a esperança de retornar.
Sempre foi assim, e assim há-de continuar a ser.
Quando a esta nova Legislação,
só depois de ler a versão Portuguesa com perto de 1500 páginas
(e que receio bem que, pelo ritmo frenético de evolução dos Mercados, possa a vir a estar desatualizada, antes de efectivamente passar à prática, supondo que hà vontade efetivamente de a passar à prática)
é que estarei em condições de sedimentar opinião,
decidindo se volto ou não decisivamente à nunca olvidada Bolsa onde comecei.
Porque nisto dos Mercados de Capitais,
não é o Coração que mais ordena, mas sim a Razão

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