Ao minuto20.05.2026

Europa pintada de verde com negociações EUA-Irão na "fase final"

Acompanhe, ao minuto, a evolução dos mercados nesta quarta-feira.
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Foto: Sarah Yenesel / Lusa_EPA Traders, mercados, bolsas Foto: Rick Bowmer / Associated Press Guerra afeta produção petrolífera, com perdas diárias de 14 milhões de barris, diz AIE Foto: AP / Richard Drew Wall Street. Foto: AP / Eduardo Parra Bolsas europeias. Foto: GDA/La Nacion/Costa Rica / Associated Press Juros das "Treasuries" a 30 anos em máximos de 2007 Foto: AP / Jae C. Hong Barra de ouro de 1 kg na mão, com outras barras e moedas de ouro visíveis Foto: AP/Ahn Young-joon Bolsas Ásia
Negócios 20 de Maio de 2026 às 18:06
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20.05.2026

Europa pintada de verde com negociações EUA-Irão na "fase final"

Miguel Baltazar

As bolsas europeias terminaram a sessão desta quarta-feira com valorizações em todas as praças do bloco, com os investidores otimistas de que a guerra entre os EUA e Israel contra o Irão chegue em breve ao fim, depois de Donald Trump ter afirmado que as negociações estão na "fase final". 

No entanto, é um otimismo frágil, isto porque o Presidente dos EUA admitiu retomar os ataques caso Teerão não aceite os termos do acordo impostos pela Casa Branca. O Irão respondeu, dizendo que poderá atacar "para além" do Médio Oriente. 

Para já, as esperanças mantém-se, sobretudo em relação ao estreito de Ormuz, que os investidores anseiam que regresse ao fluxo normal de travessia.

O índice de referência para a Europa, o Stoxx 600, salta 1,46% para 620,29 pontos, à boleia da subida dos setores da tecnologia, viagens e recursos básicos, que registaram aumentos de quase 3% cada. Mas foi o setor de defesa e aeroespacial que mais valorizou, em 3,2%. O setor de petróleo e gás terminou a sessão inalterado. 

Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX avançou 1,38%, o neerlandês AEX somou 1,46% e o britânico FTSE 100 registou ganhos de 1%. Já o italiano FTSEMIB saltou 1,71%, o francês CAC-40 valorizou 1,7% e o espanhol IBEX subiu 1,46%.

No que diz respeito às ações individuais, a ASML valorizou 6,73% depois de os analistas do UBS terem revisto em alta o seu preço-alvo.

A Euronext saltou 5,2% depois de ter divulgado resultados sólidos no primeiro trimestre, impulsionados por melhores receitas e um desempenho robusto na sua divisão de mercados de ações.

Os lucros europeus cresceram 7,5% nos primeiros três meses do ano, com base nas empresas que divulgaram resultados até agora, superando as estimativas de 2,5%, de acordo com dados compilados pela Bloomberg Intelligence.

20.05.2026

Juros da dívida da Zona Euro com alívios significativos após "sell-off"

Os juros da dívida soberana dos países da Zona Euro registaram alívios significativos em toda a linha, numa sessão marcada por uma grande compra de obrigações por parte dos investidores, depois do "sell-off" mundial que decorre na sessão anterior. 

Esta quarta-feira, Donald Trump reassegurou os investidores de que a guerra estará a chegar ao fim, com as negociações entre EUA e Irão "na fase final", levando a que os títulos alemães e britânicos registassem a maior subida desde que os EUA e o Irão anunciaram um cessar-fogo a 8 de abril.

Neste contexto, os juros das "Bunds" alemãs a dez anos, que servem de referência para a Zona Euro, desceram 11,2 pontos-base para 3,716%, enquanto a "yield" das obrigações francesas com a mesma maturidade caiu 11,2 pontos para 3,716%. Já os juros da dívida italiana registaram a maior queda da Zona Euro, ao descerem 13,6 pontos para 3,826%.

Pela Península Ibérica, os juros da dívida soberana portuguesa a dez anos mergulharam 10,2 pontos-base para 3,457%, enquanto os da espanhola na maturidade de referência perderam 10,6 pontos para 3,517%.

Fora da Zona Euro, os juros das "Gilts" britânicas desceram 14,1 pontos-base para 4,987%, enquanto os das "Tresuries" norte-americanas na maturidade de referência tombam 8,5 pontos para 4,582%. 

20.05.2026

Dólar desvaloriza com negociações "na fase final", diz Trump

Florian Gaertner/picture-alliance/dpa/AP Images

O dólar norte-americano está a perder terreno em relação às restantes moedas, em reação dos investidores ao facto de Donald Trump ter afirmado que as negociações com o Irão estão na "fase final". Ao mesmo tempo, garante que se Teerão não aceitar os termos americanos para um acordo, irá retomar os ataques. O Irão tinha dito antes que poderia retaliar "para além" do Médio Oriente. 

Neste contexto, o euro sobe 0,22% para 1,1631 dólares e, face à divisa nipónica, a "nota verde" perde 0,23% para 158,71 ienes. Já a libra ganha 0,46% para 1,3456 dólares. O índice do dólar da DXY cede 0,25% para 99,07 pontos. 

O dólar está também a perder impulso à medida que o petróleo desvaloriza e os juros da dívida americana recua de máximos de 2007, ontem atingidos. 

O mercado está ainda à espera da ata da última reunião da Reserva Federal, divulgada esta quarta-feira ao final do dia, para confirmar as expectativas de uma subida das taxas de juro ainda este ano. 

Os dados revelaram que a inflação no Reino Unido caiu para o nível mais baixo em mais de um ano, levando os investidores a apostarem  em menos subidas das taxas de juro por parte do Banco de Inglaterra, apesar de os economistas preverem que as pressões sobre os preços regressem.

20.05.2026

Ouro sobe 1% com subida das expectativas de fim da guerra

AP / Jae C. Hong

O ouro está a ganhar terreno nos mercados internacionais, enquanto aumentam as esperanças entre os investidores de que o conflito no Irão poderá chegar ao fim em breve, depois das palavras de Donald Trump, que afirmou que o Irão estará a querer "muito" assinar um acordo.

Os desenvolvimentos estão a pressionar os preços do petróleo, que estão a descer nos mercados internacionais, bem como os juros da dívida norte-americana, que ontem atingiu valores que não eram vistos desde 2007.  

O metal amarelo sobe 1,03% para 4.528,59 dólares por onça, enquanto a prata salta mais de 3% para 76 dólares por onça, num movimento mais generalizado de aversão ao risco.

No entanto, o otimismo do mercado é frágil. Ao mesmo tempo que diz que um acordo de paz poderá estar para breve, o Presidente dos EUA ameaçou retomar os ataques contra o Irão se este não aceitar os termos de paz definidos pela Casa Branca. Caso aconteça, o Irão promete retaliar "para além do Médio Oriente". 

"O atual panorama destaca uma distinção cada vez mais importante entre aquilo em que os operadores se concentram no curto prazo e aquilo que os investidores continuam a acompanhar no longo prazo", afirmou Ole Hansen, diretor de estratégia de matérias-primas do Saxo Bank AS, numa nota citada pela Bloomberg. 

O mercado estará atento à ata da reunião de abril do Comité Federal do Mercado Aberto (FMOC, na sigla em inglês) da Reserva Federal, que será divulgada esta quarta-feira. 

20.05.2026

Brent afunda com navios a conseguirem passar Ormuz. Trump diz que Irão quer negociar rapidamente

Radar

Os preços do petróleo estão a descer nos mercados internacionais pela segunda sessão consecutiva, numa altura em que o mercado analisa os desenvolvimentos sobre o conflito no Irão. 

As forças iranianas acabam de afirmar que iriam atacar "para além do Médio Oriente" se os norte-americanos ou os israelitas atacassem novamente o país, isto depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter ameaçado retomar a ofensiva se Teerão recusar os termos de paz dos EUA. Ao mesmo tempo que avalia retomar os ataques, Trump afirmou, na noite de terça-feira, que a guerra vai terminar "muito rapidamente", e que o Irão deseja "muito chegar a um acordo".

O West  Texas Intermediate (WTI), que serve de referência para os EUA, cai 4,95% para 98,99 dólares por barril, enquanto o Brent, referência para a Europa, tomba 5,24% para 105,44 dólares por barril. 

Alguns navios parecem estar a conseguir atravessar o estreito de Ormuz, enquanto o tráfego por esta via marítima - por onde passa 20% do petróleo consumido a nível mundial - estará num período de acalmia relativa. É um cenário que traz alguma esperança aos investidores. O Irão disse que 26 navios já atravessaram o canal nas últimas 24 horas. 

"Ainda há alguma expectativa de que as coisas possam melhorar", disse Giovanni Staunovo, analista de commodities do UBS Group AG, à Bloomberg. "Além disso, o facto de mais alguns petroleiros terem conseguido atravessar o estreito durante a noite é provavelmente visto como negativo para os preços do petróleo", acrescentou.

A queda dos preços do "ouro negro" acontece à medida que a onda de vendas nos mercados obrigacionistas abrandava. Os dois mercados têm estado ligados nas últimas semanas, visto que crescem as preocupações de que a manutenção de preços elevados conduzam a um período de inflação mais alta.


20.05.2026

Wall Street sem rumo à espera da Nvidia e de desenvolvimentos no Irão

Richard Drew/AP

Os principais índices norte-americanos arrancaram a sessão desta quarta-feira divididos entre ganhos e perdas, num dia em que o "sell-off" no mercado da dívida está a aliviar e os investidores estão de atenções centradas nos resultados da gigante tecnológica Nvidia - a empresa mais valiosa do mundo e considerada um "farol" para as ações de inteligência artificial (IA). 

A esta hora, o S&P 500 acelera 0,26% para 7.372,94 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq Composite cede 0,24% para 26.028,26 pontos e o industrial Dow Jones desvaloriza 0,12% para 49.292,15 pontos. O "benchmark" norte-americano encaminha-se para quebrar uma série de três sessões consecutivas no vermelho, depois de ter sido pressionado nos últimos dias pela falta de avanços nas negociações de paz entre EUA e Irão e pelos receios de uma escalada inflacionista. 

O "rally" das ações de IA também tem vindo a perder gás esta semana, mas os investidores podem encontrar um novo catalisador esta quarta-feira nos resultados da Nvidia. Espera-se que as vendas da fabricante de semicondutores tenham acelerado 80% no primeiro trimestre do ano, mas o foco deverá estar no aumento da produção e na forma como a tecnológica está a enfrentar a concorrência. 

"A recuperação do setor dos semicondutores estagnou, mas na verdade está apenas numa fase de espera até à divulgação dos resultados da Nvidia", explica Joachim Klement, diretor de estratégia da Panmure Liberum, à Bloomberg. "A Nvidia pode, por enquanto, manter a sua dinâmica de superar as expectativas e rever em alta as previsões, o que reacenderá a recuperação no setor dos semicondutores", antecipa. 

Entre as principais movimentações de mercado, a Target afunda 5,67% para 120,03 dólares, apesar de até ter conseguido bater as expectativas dos analistas em termos de lucros e vendas. O resultado líquido por ação atingiu os 1,71 dólares, quando o mercado esperava apenas 1,46 dólares, enquanto as receitas ascenderam até aos 25,44 mil milhões - contra expectativas de 24,64 mil milhões.

20.05.2026

Europa dividida entre Médio Oriente e resultados trimestrais. Euronext pula 5%

Os principais índices europeus negoceiam entre ganhos e perdas, depois de duas sessões de ganhos impulsionadas por resultados trimestrais das cotadas, à medida que os investidores avaliam os últimos desenvolvimentos na guerra no Médio Oriente e o impacto do aumento dos preços da energia na inflação.

O índice Stoxx 600 – de referência para a Europa – soma 0,02%, para os 611,48 pontos.

Quanto aos principais índices da Europa Ocidental, o alemão DAX cede 0,03%, o italiano FTSEMIB ganha 0,10%, o francês CAC-40 soma 0,32%, o espanhol IBEX valoriza 0,19%, ao passo que o neerlandês AEX sobe 0,40%, num dia em que o britânico FTSE 100 desliza 0,28%.

O conflito no Médio Oriente continua no centro das atenções, com o Presidente chinês, Xi Jinping, a intensificar os apelos para pôr fim à guerra no Irão, enquanto recebe o seu homólogo russo, Vladimir Putin, em Pequim.

“As negociações entre os EUA e o Irão parecem estar num impasse neste momento”, disse à Bloomberg Joachim Klement, da Panmure Liberum. “Nunca podemos excluir uma escalada repentina, uma vez que Donald Trump se mostra impaciente com a falta de progressos”, alertou o especialista.

Entre os setores, o tecnológico (+0,88%), o dos recursos naturais (+0,94%) e o do petróleo e gás (+0,77%) somam as maiores valorizações. Já o dos media (-2%), o do retalho (-0,87%) e o alimentar (-0,76%) registam as perdas mais expressivas.

Entre a época de resultados, os lucros das cotadas da região cresceram 7,5% no primeiro trimestre, com base nas empresas que divulgaram resultados até ao momento, superando as estimativas de 2,5%, de acordo com dados compilados pela Bloomberg Intelligence.

No que diz respeito aos movimentos do mercado, a Euronext – gestora de bolsas como a de Lisboa – pula mais de 5% depois de ter divulgado resultados sólidos no primeiro trimestre, impulsionados por melhores receitas e um desempenho robusto na sua divisão de mercados de ações.

20.05.2026

Juros aliviam em toda a linha na Zona Euro

Os juros das dívidas soberanas da Zona Euro negoceiam com alívios em toda a linha, num dia em que se registam quedas dos preços do crude nos mercados internacionais.

Os juros da dívida portuguesa, com maturidade a dez anos, aliviam 3,1 pontos-base, para 3,528%. Em Espanha, a "yield" da dívida com a mesma maturidade recua 3,5 pontos-base, neste caso para os 3,589%.

Já os juros da dívida soberana italiana cedem 5,2 pontos, para 3,909%. Por sua vez, a rendibilidade da dívida francesa alivia 4,3 pontos, para 3,785%, ao passo que os juros das "bunds" alemãs, referência para a região, recuam 2,9 pontos, para os 3,161%.

Já fora da Zona Euro, os juros das “gilts” britânicas, também a dez anos, aliviam 8,8 pontos-base, para os 5,039%.

20.05.2026

Dólar negoceia perto de máximos de seis semanas. "Traders" aguardam divulgação de atas da Fed

AP/ Petr Svancara

O dólar está a registar valorizações nesta manhã, mantendo-se perto de máximos de seis semanas, à medida que os investidores pesam a possibilidade de taxas de juro mais elevadas para combater a inflação causada pela guerra no Irão.

Neste contexto, o índice do dólar da Bloomberg - que mede a força da “nota verde” face às principais concorrentes – soma 0,03% para os 99,361 pontos. O índice subiu mais de 1% em maio devido à maior procura pela “nota verde” enquanto ativo refúgio e aos mercados a precificarem as hipóteses de a Reserva Federal aumentar as taxas de juro até ao final do ano.

A incerteza sobre quando a guerra no Médio Oriente poderá terminar continua a pesar sobre o sentimento dos “traders”, sendo que .

Os "traders" estão agora a prever uma probabilidade superior a 50% de um aumento das taxas diretoras da Reserva Federal em dezembro, segundo o CME FedWatch. A atenção dos investidores centrar-se-á agora na ata da última reunião da Fed, a ser divulgada ainda hoje.

Noutros pares de câmbio, a “nota verde” cede 0,03% para os 159,020 ienes. Isto depois de no arranque da sessão, a subida do dólar ter empurrado o iene de volta para perto do nível de 160 ienes por dólar, valor que levou autoridades japonesas a lançarem no mês passado a sua primeira intervenção no mercado cambial em quase dois anos.

Por cá, o euro regista uma descida de 0,09% para 1,159 dólares, depois de ter atingido o nível mais baixo desde 8 de abril na sessão anterior, enquanto a libra cai 0,03% para 1,339 dólares.

20.05.2026

Ouro perde terreno e negoceia perto de mínimos de mês e meio com dólar mais forte

Matthias Schrader / AP

O ouro está a negociar com desvalorizações nesta manhã já depois de ter atingido o valor mais baixo em cerca de um mês e meio, com o metal amarelo a ser pressionado por um dólar mais forte e .

A esta hora, o ouro perde 0,11% para os 4.477,820 dólares por onça. No que toca à prata, o metal precioso ganha 1,89% para os 75,131 dólares por onça.

O dólar manteve-se perto de máximo de seis semanas, tornando o ouro, cujo preço é cotado em dólares, mais caro para os detentores de outras divisas, pressionando assim a procura pela “commodity”.

Os sinais dos EUA em relação ao Irão continuaram a acrescentar incerteza aos mercados, com o Presidente Donald Trump a alertar que Washington ainda poderá ter de voltar a atacar Teerão, enquanto o vice-presidente norte-americano, J.D Vance, afirmou que ambas as partes estavam a fazer progressos nas negociações e não queriam um regresso ao conflito.

Entretanto, no que toca à política monetária, a presidente do Banco da Reserva Federal de Filadélfia, Anna Paulson, referiu que o atual nível das taxas de juro é adequado neste momento, exercendo pressão descendente sobre a inflação numa altura em que as pressões sobre os preços permanecem elevadas.

No entanto, afirmou que era “saudável” que os investidores tivessem começado a considerar cenários em que as taxas poderão ter de subir. Os "traders" aguardam agora pela divulgação da ata da reunião de política monetária da Fed de abril, prevista para o final do dia, para avaliar as perspetivas da política monetária do banco central dos EUA.

20.05.2026

Petróleo cede com olhos no Médio Oriente. Citi vê crude nos 120 dólares por barril a curto prazo

AP / Jeff McIntosh

Os preços do petróleo estão a negociar com desvalorizações nesta manhã, depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, ter afirmado novamente que a guerra com o Irão terminará “muito rapidamente”, embora os investidores continuem cautelosos quanto ao desfecho das negociações de paz entre Washington e Teerão, num contexto de perturbações contínuas no abastecimento do Médio Oriente.

Nesta medida, o Brent – de referência para a Europa –, recua 0,98% para os 110,19 dólares por barril. Já o West Texas Intermediate (WTI) – de referência para os EUA – cai 0,82% para os 107,77 dólares por barril. Na sessão anterior, os contratos de futuros recuaram ambos cerca de um dólar.

Também o facto de o vice-presidente dos EUA, JD Vance, ter afirmado que tinham feito progressos nas negociações com o Irão, não querendo nenhuma das partes ver uma retoma das ações militares, pressiona os preços do crude.

No que toca a previsões, o Citi afirmou na terça-feira que espera que o petróleo Brent suba para 120 dólares por barril no curto prazo, já que os mercados petrolíferos estão a subestimar o risco de uma interrupção prolongada do abastecimento.

Nos EUA, espera-se que as reservas de petróleo bruto tenham caído pela quinta semana consecutiva na semana passada, sendo os dados finais dos “stocks” de crude norte-americanos conhecidos esta tarde.

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