Uma dose de esperança para Antonis Samaras governar a Grécia
O tom geral das notícias relativas às eleições na Grécia reflete algum desanuviamento. Há uma vaga de esperança de que as coisas pelo menos não piorem. Já melhorar, nisso ninguém acredita. O nome do líder do partido da Nova Democracia, Antonis Samaras, surge associado a esse movimento positivista nos media europeus e americanos. Samaras tem a missão de formar um governo depressa. Antes disso, avisam a Alemanha e a União Europeia, não haverá nenhuma janela de flexibilização. Mal haja governo, Samaras e os seus futuros aliados - provavelmente Evangelos Venizelos, um dos rostos do melhor da resistência grega nos últimos anos - terão o caminho aberto para obter dos alemães algum alívio nos programas de auxílio, nomeadamente nos prazos de pagamento, segundo o ministro alemão dos Negócios Estrangeiros, Guido Westerwelle. Com uma segunda condição: a troika terá primeiro de ser convencida sobre o cumprimento das reformas.
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Entre julho e dezembro do ano passado a Google recebeu dos governos de todo o mundo mais de 1.000 pedidos para retirar conteúdos e listas, satisfazendo 65% deles. A empresa mostrou-se alarmada. Pelo crescente número de pedidos - duplicaram de um semestre para o outro - e sobretudo pelas razões: "não só a liberdade de expressão está em risco, como os pedidos vêm de países que não associamos à censura, como as democracias ocidentais".
Tesco
Depois de 9 anos a tentar implantar-se no mercado japonês, a Tesco desistiu: vai vender metade da sua filial japonesa ao grupo retalhista Aeon por uma verba nominal, ficando acordado que a metade restante seguirá o mesmo caminho dentro de algum tempo. Os britânicos não são os primeiros a desinvestir do Japão: já o Boots e o francês Carrefour fizeram o mesmo. A competição intensa e as rápidas mudanças de hábitos de consumo desorientam os europeus.
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