A minha economia: Eduardo Salavisa
Quando quis fazer o primeiro livro sobre e com diários gráficos disseram-lhe que não iria vender. Foi há quatro anos.
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O livro vendeu, reeditou-se, voltou a vender, e desde aí Eduardo Salavisa não parou de publicar. Dá "workshops", organiza conferências e encontros, e o chamado desenho do dia-a-dia tornou-se o seu dia-a-dia. Os "urban sketchers" começaram a aparecer por todo o lado - em Lisboa e fora de Lisboa - e um pouco por todo o mundo há blogues, "sites", redes de pessoas viciadas em saírem para a rua com um caderno e uma caneta. É uma actividade inútil e talvez por isso continua a ganhar adeptos, pessoas fartas do seu tempo, em que todos os passos têm que ter um destino, todos os meios um fim, todas as actividades uma economia.