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Patrícia Gaspar: O fogo posto não é muito expressivo face aos comportamentos negligentes

Patrícia Gaspar está nos quadros da Proteção Civil há 19 anos. Já teve várias funções na estrutura. Agora é 2º Comandante Operacional Nacional. Filha de um contra-almirante, integrou ela própria a Marinha depois de ser ter formado em Relações Internacionais. Foi espia no Serviço de Informações Estratégicas e de Defesa Militar, onde esteve envolvida na autodeterminação de Timor-Leste. Habituada aos bastidores, passou para o foco mediático nos incêndios de 2017, altura em que foi o rosto da Proteção Civil. Uma experiência que “não teve nada de bom”. Mas “houve lições aprendidas”, garante.

Vítor Mota
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Ser filha de um contra-almirante fê-la crescer com um regime militar em casa? O seu pai, Álvaro Gaspar, era austero?

Em alguns aspetos, sim. Havia uma grande diferença na forma como os meus pais lidavam connosco em comparação com aquilo que via em casa dos meus amigos.

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