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Burger King aposta em conceito 100% vegan em Portugal

Atenta às tendências, a cadeia criou um conceito sem produtos de origem animal em Belém, em que o menu - da entrada à sobremesa - e toda a decoração refletem o mote plant-based.

16 de Novembro de 2022 às 12:10

É o primeiro restaurante da cadeia com o conceito 100% vegan, e é uma oportunidade imperdível de provar todas as novidades da Burger King, num ambiente completamente redefinido para o tema. Durante um mês, Belém abre as portas ao 100% vegan, numa iniciativa pioneira a nível ibérico. A propósito da abertura, estivemos à conversa com Jorge Carvalho, diretor-geral do Burger King Portugal e Espanha.


O Burger King é uma cadeia de grande sucesso e impacto a nível mundial, com a oferta tradicional de hambúrgueres. Porquê uma aposta tão grande em alternativas vegetais?


O Burger King sempre se destacou pelo seu método de confeção da carne, preparada na grelha e essa é uma das suas principais características distintivas em todo o mundo. Mas sendo fiel ao nosso espírito de marca inovadora e inquieta, acompanhamos a evolução do mercado e as tendências de consumo e é inegável que as opções vegetarianas estão cada vez mais presentes nas escolhas alimentares dos portugueses.



Jorge Carvalho
Diretor Geral Burger King Portugal e Espanha


Neste contexto, em 2019, fomos pioneiros na introdução da categoria vegetal com o lançamento do Whopper Vegetal em parceria com a The Vegetarian Butcher. Desde então tornamo-nos líderes na oferta vegetal e continuamos a alargar a nossa gama de produtos feitos à base de plantas com o objetivo de dar resposta às necessidades dos consumidores que desejam reduzir o consumo de carne sem abrir mão do sabor. Atualmente já temos quatro produtos vegetais: o Whopper Vegetal, o Long Vegetal, o Big King Vegetal e os Nuggets Vegetais. E vamos tornar a nossa oferta vegetal ainda mais ampla para reforçar a nossa liderança neste segmento e dar resposta às necessidades dos nossos consumidores. 


Consegue dar-nos uma estimativa das vendas da oferta vegetal da cadeia em Portugal?


Desde o início de 2020 até ao final de outubro deste ano já foram vendidos nos restaurantes do Burger King em Portugal mais de 2,5 milhões de produtos de origem vegetal. Estes dados confirmam a grande procura dos consumidores portugueses por este tipo de opções.


Abriram agora um restaurante 100% Vegan. Porquê Portugal e Belém para esta espécie de pop-up vegan?


Depois da aposta na oferta vegetal, a evolução natural, e mais uma vez, acompanhando de perto as tendências do consumo, foi a aposta numa experiência 100% vegan. O mercado português é muito dinâmico e há uma grande aceitação nos produtos vegetais e vegan no nosso país. Por isso decidimos transformar o Burger King de Belém, com uma localização tão especial e icónica, num restaurante 100% Vegan durante um mês. Abrimos no dia 4 de novembro.


Quais são as expectativas em relação ao conceito?


As nossas expectativas são muito positivas, acreditamos que este conceito terá uma forte adesão junto dos clientes do Burger King, que habitualmente consomem os menus tradicionais, mas ficarão curiosos para experimentar esta alternativa. E por outro lado, também acreditamos que iremos atrair novos clientes, que não consomem carne ou que pretendem reduzir o seu consumo e que encontrarão aqui opções 100% vegan, elaboradas com produtos de qualidade, certificados, sem aditivos, corantes ou conservantes e com o inigualável sabor da grelha que distingue a marca Burger King.


É um evento único, ou vão replicar a iniciativa noutras datas e noutros pontos do país?


Este é um conceito novo, que está a ser implementado agora pela primeira vez na Península Ibérica aqui em Belém. E na Europa, além de Portugal, apenas o Reino Unido e a Áustria já o implementaram também. Com esta loja em Belém queremos testar a reação e a aceitação por parte dos clientes portugueses – vai funcionar como um teste-piloto para estudarmos depois outras possíveis localizações e formatos de duração. Todas as possibilidades estão neste momento em aberto.



Que oferta podem os consumidores encontrar neste novo espaço?


Temos uma carta 100% vegan muito completa, com os hambúrgueres mais icónicos do Burger King, mas também acompanhamentos e sobremesas. No caso dos hambúrgueres estão incluídos o Whopper Vegan, o SteakHouse Vegan, o Double Cheeze BBQ Vegan, o Double Cheeze Vakon XXL, o Queen BBQ Vegan e o Rodeo Vegan. o Long Vegan, o Long Cheeze Vakin Vegan e o Wrap Vegan.


Os acompanhamentos disponíveis incluem King aros de cebola, batatas fritas (clássicas e supreme), nuggets vegetais, chili cheeze bites vegan e saladas. Para terminar, dois gelados veganos B&J: Cookie Dough e Chocolate.

Existe a possibilidade de manter este espaço vegan a médio prazo?


A inovação faz parte do ADN da marca Burger King, por isso, todas as possibilidades em relação à oferta vegan estão em aberto neste momento. De qualquer forma, o território vegetal é uma aposta certa e que veio para ficar.  



Há alguma novidade exclusiva do espaço?


Sim, os produtos 100% vegan que já mencionei são exclusivos deste restaurante e toda a decoração do espaço é também exclusiva e personalizada. Os clientes vão encontrar em Belém uma decoração totalmente diferente da que estão habituados para que possam viver por inteiro a experiência de um espaço inteiramente vegan. Transformámos por completo o exterior e o interior do restaurante.


Quais são as principais preocupações do Burger King em termos de sustentabilidade e quais foram as mudanças que já operaram?


A sustentabilidade é um pilar fundamental da estratégia do Burger King e está presente desde o momento de construção dos nossos restaurantes. Atualmente apostamos em modelos Freestanding, nos quais são utilizados materiais de construção reciclados, e na operação diária dos restaurantes aplicamos diversas estratégias de redução de emissões e de consumo de energia.


Por outro lado, trabalhamos diariamente no desenvolvimento de novas iniciativas que possam tornar os nossos restaurantes cada vez mais sustentáveis e com mais respeito pelo meio ambiente.


As vossas embalagens (talheres, copos, sacos, caixas) são já desenvolvidas de forma mais verde?


Trabalhamos continuamente para encontrar alternativas cada vez mais sustentáveis. Atualmente os nossos materiais de packaging são todos fabricados com materiais reciclados  – papel, cartão e madeira – e eliminámos todos os plásticos neste tipo de produto. A única exceção são as tampas dos copos que apenas são utilizadas em take away ou home delivery. Também as nossas coroas são feitas de cartão reciclado. 


A marca quer posicionar-se no conceito de veggie fast food?


Não, o nosso posicionamento é muito mais alargado e assente no conceito welcome everyone. O que nos distingue é a nossa forma de cozinhar na grelha e a qualidade dos nossos produtos e ingredientes: sejam eles carne animal, vegetal ou produtos vegan. No Burger King, o que pretendemos é ser inovadores e democratizar o acesso aos nossos restaurantes a todo o tipo de consumidores. 


Como é que olha o mercado internacional para esta iniciativa?


Acredito que olhe com expectativa, para perceber como vai reagir o consumidor português e avaliar a viabilidade de levar este conceito para outros mercados, nomeadamente do Sul da Europa que tem hábitos de consumo mais semelhantes com os portugueses. Porque até agora apenas dois países da Europa já tinham implementado iniciativas semelhantes com conceito 100% vegan – Reino Unido e Áustria.  No que diz respeito a conceitos 100% vegetarianos, há outros exemplos, nomeadamente Espanha.


2023 está mesmo à porta. Existem perspetivas de novidades na gama vegan da cadeia? E a nível de marca?


O mercado português representa uma grande aposta para a marca Burger King e por isso temos várias novidades previstas para 2023 que ainda não posso desvendar por completo, mas posso adiantar que teremos seguramente novos produtos que vão surpreender os portugueses e também vamos ter algumas novidades ao nível dos canais de negócio. Como marca inovadora, queremos dar resposta às necessidades de todos os nossos consumidores, não só na oferta de produto, mas também ao nível da simplificação de processos que nos permitam estar cada vez mais próximos dos nossos consumidores.