Revista de imprensa internacional
Estas são as algumas das principais notícias na imprensa internacional de hoje:
Buttiglione diz Bush ganhou por defender valores morais (Wall Street Journal Europe) A reeleição de George W. Bush como presidente dos EUA, deve-se, em muito, às suas opiniões no que concerne a «valores familiares e outras questões morais», defendeu Rocco Buttiglione, num artigo de opinião. Os EUA «demonstram que a religião pode ser na verdade um elemento fundamental numa sociedade livre e numa economia moderna». O político italiano considera que a reeleição de Bush demonstra como norte-americanos e europeus diferem nas suas atitudes em relação à religião. Rocco Buttiglione foi forçado a retirar a sua candidatura a comissário europeu da justiça na passada semana, depois dos parlamentares europeus terem «chumbado» a sua nomeação por Durão Barroso, alegando que o ministro italiano dos Assuntos Europeus tinha posições demasiado radicais sobre o papel da mulher na sociedade e sobre a o tema da homossexualidade.
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Polónia pode adiar adopção do euro (Rzeczpospolita) A Polónia pode não recolher as condições para a adopção do euro em 2007 se a União Europeia não permitir que o governo daquele país classifique os pagamentos dos fundos de pensões como receitas, de acordo com o ministro das Finanças Miroslaw Gronicki. «A classificação perfaz 2% do rácio do défice orçamental sobre o Produto Interno Bruto e nós não seremos capazes de reduzir o défice assim tanto nos próximos dois anos», afirmou o ministro em entrevista.
Exportações russas de armamento vão cair face ao recorde atingido em 2003 (Vedomosti) As exportações de armas com origem na Rússia irão cair 13%, para cinco mil milhões de dólares em 2004, face ao ano passado, de acordo com o FGUP Rosoboronexport, empresa pública de armamento. A agência de exportação espera que as vendas de armas e tecnologia militar recuem do valor recorde de 5,75 mil milhões de dólares atingido em 2003. A Rússia é a segunda maior exportadora de armas do mundo, a seguir aos EUA, tendo sido contratada para fornecer até 12 mil milhões de dólares em armas até 2007 fora das suas fronteiras.
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