Revista de imprensa diária

Leai aqui as principais notícias económicas da revista de imprensa de hoje
Negócios 15 de Janeiro de 2010 às 09:18

Estado dá mais 500 euros por cada desempregado contratado sem termo (Negócios) O Governo decidiu reforçar os apoios à contratação sem termo de desempregados e em 2010 vai dar um subsídio de 2.500 euros, mais 500 do que no ano passado, às empresas. A medida faz parte do pacote de estímulo ao emprego ontem aprovado em Conselho de Ministros e que vai vigorar até ao final de 2010, substituindo os apoios que vigoraram ao longo do ano passado.

Ao todo, o pacote custará aos cofres do Estado 500 milhões de euros, menos 80 milhões do que o Governo previa gastar nas medidas de apoio ao emprego que vigoraram ao longo de 2009. Confrontada com esta redução das verbas, a ministrado Trabalho garantiu tratar-se de um "orçamento realista". Helena André acrescentou que está disponível para o reforçar caso haja necessidade, apesar de reconhecer que os apoios acabam por agravar o défice do Estado, que este ano deverá ultrapassar os 8%.

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"Os governos têm menos poder do que se pensa" (Negócios) Augusto Mateus. O seu apelido foi o nome de baptismo de um plano do Governo para recuperação de dívidas. "Chama-se assim porque era preciso, se corresse mal, encontrar um nome que pagasse um preço por ele."

Empresas vão receber apoios para contratar trabalhadores a prazo (Económico) As empresas que contratem, a prazo, desempregados com mais de 40 anos vão descontar metade das contribuições para a Segurança Social.

“EUA queixam-se de ser espiados pela China” (Económico) A Symantec é uma empresa especializada em segurança da Internet e em redes. Timóteo Menezes diz ao Diário Económico que estas redes existem, mas que é dificil provar a sua origem. Existem casos conhecidos de redes que tentam roubar informação de computadores de organismos estatais. O responsável alerta que este ataque foi concertado.

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"Governo entregou negócios de milhões com protocolo ilegal" (Diário de Notícias) O Ministério da Saúde estabeleceu um "protocolo ilegal" com uma fundação que ainda não foi reconhecida pelas entidades competentes. O acordo com a Fundação Renal Portuguesa foi assinado a 4 de Agosto do ano passado e prevê a construção de 15 centros de diálise em Portugal. O Ministério Público e a entidade reguladora estão a investigar o caso.

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