“Não há um único imposto que tenha subido nos Orçamentos de Estado”
“Podem fazer os polígrafos que quiserem, que não há um único imposto em Portugal que tenha subido nos orçamentos de Estado”. A frase foi proferida por Luís Montenegro nas jornadas parlamentares distritais de PSD e CDS-PP, onde vincou a diferença com os governos do seu antecessor, em que os impostos não paravam de subir.
Os portugueses, diz o primeiro-ministro, “estavam habituados a ver os seus impostos (e vários) a aumentar”. Com o seu Executivo, essa realidade que apontou deixou de o ser, com Montenegro a salientar o travão no aumento de impostos e, mesmo, a solidez das contas públicas.
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Em declarações citadas pelo Observador, Montenegro destacou os excedentes orçamentais. “Quando diziam que íamos colocar as contas em desordem, tivemos o primeiro superavit. Isto em 2024 e, depois, também em 2025. Não só repetimos a façanha, mas superámos todas as previsões, incluindo a nossa que era a mais otimista”, atirou, apontando para o excedente de 0,7% do PIB no ano passado.
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