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Opinião por Celso Filipe
Informação sobre o colunista
Celso  Filipe
Diretor-adjunto

Nasceu em 1964 e é atualmente diretor-adjunto do Jornal de Negócios. Frequentou o 4.º ano do curso de Comunicação Social da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Começou a atividade como jornalista em 1986 na revista “África Hoje”, tendo depois transitado para a “África Confidencial”, uma publicação de circulação reservada a assinantes. Como jornalista passou depois pelos semanários “Tempo”, “Semanário” e “Expresso”. Entre 1995 e 2005 esteve no “Diário Económico” onde desempenhou as funções de editor e chefe de redação. Entre 1998 e 1999 colaborou na Rádio Renascença com um comentário semanal sobre assuntos económicos. Em 2006 entrou no Jornal de Negócios como editor da secção de empresas.

Artigos de opinião deste autor

A maldição ao contrário

01.12.2022

Além de colocar uma pressão adicional a António Costa Silva, a minirremodelação efetuada por António Costa, que promoveu a seu Adjunto o até agora secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes, transmite um efeito de desgaste extemporâneo.

O poder das redes

29.11.2022

O poder discricionário das redes sociais é imparável. Os reguladores de cada país podem até impor multas pesadas, mas este tipo de ação punitiva é incapaz de travar a sua natureza hegemónica.

“Pecunia non olet”

28.11.2022

Além do ambiente, a APA consegue assim defender com zelo a propriedade privada, transformando os autóctones em perigosas ameaças a este equilíbrio, que faz do litoral alentejano, em especial da faixa entre Troia e Melides, um paraíso para meia dúzia de privilegiados.

A capitulação da TAP

24.11.2022

Anunciar o número de voos cancelados é dar uma enorme vantagem à concorrência, fazendo com que eventuais clientes, na altura de escolher uma companhia, retirem a TAP das suas opções. Não apenas nesta época festiva, marcada por uma grande procura, mas também num futuro próximo. A via escolhida pela TAP foi um tiro no pé.

O princípio da hipocrisia

22.11.2022

O passado justifica o presente? É claro que não, mas ajuda a perceber como o futebol e a política sempre andaram de mãos dadas. A atribuição do Mundial ao Qatar nunca devia ter acontecido.

A coisa não vai ficar por aqui

20.11.2022

A oposição pretende acelerar o ciclo político e sabe que a única forma de o fazer é forçar a saída de António Costa, na medida em que o Presidente da República já avisou que convocará eleições antecipadas se o primeiro-ministro se demitir. O livro de Carlos Costa contribui para a erosão de António Costa, também já pressionado pela demissão do seu secretário de Estado Adjunto, Miguel Alves.

Trump e o liberalismo

16.11.2022

O poder político nas mãos de Trump é uma bomba-relógio que conduzirá a um desfecho trágico como ficou patente na invasão do Capitólio.

A bolha 2.0

14.11.2022

Esta bolha 2.0 traduz-se no esgotamento de um modelo expansionista e vai trazer repercussões ainda maiores, materializadas nos progressos em matéria de inteligência artificial.

Quem cala consente

10.11.2022

A forma mais adequada de combater poderes nefastos e/ou obscuros é denunciá-los.

Convicções e consciência

08.11.2022

A estratégia dos líderes que pretendem acelerar o combate às alterações climáticas, entre os quais se encontra o secretário-geral da ONU, passa por exigir o máximo para conseguir obter alguma coisa.

O trunfo e o mero duque

07.11.2022

Por motivos táticos, António Costa contorna os problemas que existem, envolvendo-os na roupagem de avisos lançados pelo Presidente da República.

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