Paquistão estima crescer 4% apesar do conflito

O Paquistão, mesmo com o abrandamento das exportações e com a chegada dos refugiados do Afeganistão, espera ter um crescimento económico de 4%, mesmo que os Estados Unidos (EUA) decidam invadir o...
Ana Torres Pereira 04 de Outubro de 2001 às 12:45

O Paquistão, mesmo com o abrandamento das exportações e com a chegada dos refugiados do Afeganistão, espera ter um crescimento económico de 4%, mesmo que os Estados Unidos (EUA) decidam invadir o país vizinho.

Três quartos da população paquistanesa, cerca de 145 milhões de pessoas, sobrevive da agricultura. O abrandamento das exportações fará com que os preços baixem, mas o país está confiante em relação às importações, com a diminuição do preço do petróleo.

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O ministro das finanças, Shaukat Aziz espera aumentar a produção de algodão em 10%, bem como as colheitas de cana de açúcar poderão subir 7% no ano que termina no final do próximo Junho.

Contudo, a dívida internacional do país excede em 105% a sua economia, forçando que haja um maior investimento no país, apostando na construção de estradas, na electricidade e na agricultura.

«Alguns dos nossos investidores estão apreensivos quanto a terem os seus negócios no país e pediram para que as negociações sejam feitas noutro lugar» referiu uma relações públicas duma da empresa do Paquistão.

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O Paquistão vai necessitar de 122 milhões de dólares (133,31 milhões de euros ou 26.726 milhões de contos), para pagar as primeiras necessidades a cerca de um milhão de refugiados.

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