Portugal negoceia fábrica da «gigante» Vale do Rio Doce

Petrobrás, Embraer e Companhia Vale do Rio Doce (CVRD). Estas são três das maiores empresas exportadoras brasileiras. E Portugal quer fazer o pleno e fechar, na deslocação da comitiva governamental ao Brasil , acordos com as três.
Pedro Santos Guerreiro 10 de Agosto de 2006 às 06:35

Petrobrás, Embraer e Companhia Vale do Rio Doce (CVRD). Estas são três das maiores empresas exportadoras brasileiras. E Portugal quer fazer o pleno e fechar, na deslocação da comitiva governamental ao Brasil , acordos com as três.

E se entre a Embraer e a Ogma, bem como entre a Petrobrás e a Galp, os acordos são já dados como seguros, a grande surpresa pode vir da siderurgia.

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Manuel Pinho e Basílio Horta, respectivamente ministro da Economia e presidente da API, agendaram reuniões com a Vale do Rio Doce para negociar a captação de investimento de uma fábrica em Portugal. O objectivo, apurou o Jornal de Negócios, é persuadir a instalação de uma grande fábrica de produção de aço em território português, para exportação. O argumento é a proximidade de matéria-prima, o carvão.

A concretizar-se o ensejo do Governo português, Portugal ficaria com duas grandes fábricas siderúrgicas, somando esta nova à da SN Longos, que é de tipologia diferente da pretendida, pois produz folha de flandres. Esta capacidade produtiva portuguesa seria integralmente canalizada para exportação, reforçando a balança comercial portuguesa.

A CVRD é uma das maiores produtoras de minérios do mundo e foi privatizada no Governo de Henrique Cardoso.

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