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85% dos portugueses não está envolvido com Portugal

A maioria dos portugueses não está envolvido com o país, não emigrando por questões de mobilidade de emprego e familiar, aponta um estudo realizado pela TNS. Os emigrantes que gostavam de regressar a Portugal apontam o sistema de saúde como uma das princi

Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 03 de Maio de 2006 às 14:31
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A maioria dos portugueses não está envolvido com o país, não emigrando por questões de mobilidade de emprego e familiar, aponta um estudo realizado pela TNS. Os emigrantes que gostavam de regressar a Portugal apontam o sistema de saúde como uma das principais barreiras.

«A TNS Portugal, empresa líder mundial em estudos de mercado sobre o consumidor, apresentou hoje, pela primeira vez, o estudo ‘O Poder de Sedução de Portugal’, que introduz um inovador método de ‘Marketing Intelligence’, que permite conhecer a influência do factor ‘envolvimento’ dos consumidores na decisão de compra, possibilitando diagnosticar e quantificar a empatia relativamente a uma marca», segundo um comunicado enviado pela empresa.

O estudo em questão diz que 85% dos portugueses «residentes no Continente não está envolvido com o país», e apontam o «preço de saída – mobilidade da família e do emprego – uma das principais barreiras à sua emigração», de acordo com o mesmo estudo. Esta população aponta pelo lado positivo «a qualidade de vida em termos ambientais».

Por outro lado, apenas 15% dos portugueses está envolvido com o país. «Para eles a tranquilidade e o nível de segurança oferecido são os maiores atractivos de Portugal, resultando na forma descontraída de viver, sendo optimistas em relação à sua vida pessoal e à vida nacional».

No que respeita aos emigrantes que residem em Espanha e França, os estudo revela que «43% da população demonstra-se estar disponível para voltar para Portugal», e apontam o sistema de saúde em Portugal como «uma das barreiras a este regresso às origens».

Para os emigrantes, Portugal surge como um destino de «eleição» para a reforma ou, «no caso dos jovens com menos de 24 anos, como uma oportunidade de conseguirem emprego».

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