Economia Covid-19: Ocupação de camas de cuidados intensivos é de 54%

Covid-19: Ocupação de camas de cuidados intensivos é de 54%

O secretário de Estado da Saúde afirmou hoje que estão ocupadas 54 por cento das camas de cuidados intensivos em Portugal, considerando que o número é "um bom indicador" da prontidão destas unidades a partir do desconfinamento da população.
Covid-19: Ocupação de camas de cuidados intensivos é de 54%
Lusa 28 de abril de 2020 às 14:08
Na conferência de imprensa de acompanhamento da pandemia da covid-19 em Portugal, António Lacerda Sales indicou que há 334 pessoas internadas em unidades de cuidados intensivos e que existem 289 camas vagas. Dos internados, 172 (51,4 por cento) foram diagnosticados com covid-19.

"Parece-me que temos aqui um espaço de algum conforto, não só para acolhermos aquilo que é matéria covid neste momento, como prepararmos também toda a nossa atividade em cuidados intensivos em conjunto com a 'task force' que estuda este processo", afirmou.

Em relação a um eventual aumento de casos a partir do fim do estado de emergência, que termina à meia-noite do dia 02 de maio, com o desconfinamento progressivo da população e o regresso à atividade, Lacerda Sales considerou que é "matéria de grande preocupação" mas que a taxa de ocupação atual dá espaço para preparar a "atividade pós-covid".

Para isso, os serviços de saúde estão a contar com "250 intensivistas" e ainda pneumologistas, anestesistas e internistas que estão a trabalhar nos cuidados intensivos.

Portugal contabiliza 948 mortos associados à covid-19 em 24.322 casos confirmados de infeção, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia divulgado hoje.

Relativamente ao dia anterior, há mais 20 mortos (+2,2%) e mais 295 casos de infeção (+1,2%).

Das pessoas infetadas, 936 estão hospitalizadas e o número de casos recuperados passou de 1.357 para 1.389.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 211 mil mortos e infetou mais de três milhões de pessoas em 193 países e territórios.

Mais de 832 mil doentes foram considerados curados.



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