Emprego Governo negoceia redução da duração dos contratos a prazo
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Governo negoceia redução da duração dos contratos a prazo

O Governo tem discutido com os parceiros sociais o cenário de redução do tempo máximo dos contratos a prazo e de limitar o seu uso. A informação é confirmada por Bruxelas e é considerada, por uma parte dos patrões, como preferível a um aumento da TSU.
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O Governo já iniciou conversas  informais com os parceiros sociais sobre a melhor forma de reduzir a precariedade, tendo colocado em cima da mesa os cenários de redução do tempo máximo dos contratos a prazo (actualmente )

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mais votado Anónimo 08.03.2018

E põe-se a questão, perante o aqui exposto, de qual o papel do Estado enquanto gestor de recursos humanos de entidade empregadora que é, por um lado, e de rede de segurança social que atribui prestações sociais aos cidadãos, por outro. É que o empregador que gere recursos humanos não pode, no desempenho desse papel, ter como missão e propósito os mesmos objectivos de um sistema público de segurança social. Em Portugal, por obra de agentes sindicais e legisladores afectos a toda a esquerda e à direita funcionariocrática, levaram a missão e o propósito de um sistema público de prestações sociais para dentro dos departamentos de gestão de recursos humanos da entidade empregadora Estado, criando assim um segundo sistema de prestações sociais premium vitalício oficioso para um grupo de cidadãos à prova de mercado e avanço tecnológico, que se sobrepõe ao sistema de prestações sociais oficial que é o legítimo e original, tornando este último num sistema mais fraco, injusto e insustentável.

comentários mais recentes
Anónimo 08.03.2018

Trabalhei num País em que se o trabalhador fosse despedido por justa causa ou vontade própria tinha direito a um mês e meio , isto por cada ano de trabalho, se fosse despedido injustificadamente era só multiplicar por 2 e só havia um tipo de contrato.

policia/GNR, militares velhinhos 60 anosS/Corte 08.03.2018

enfim ,, tugas que entram por cunhas....

Anónimo 08.03.2018

O comuno-socialismo luso, presente em todos os sindicatos e em muitos partidos de Portugal, obedece a uma intrigante lógica que agita a bandeira da educação mas que quando vê alguém que se educou e foi capaz de inovar ao ponto de fazer desaparecer onerosas e ineficientes carreiras que garantem postos de trabalho obsoletos pagos por contribuintes, consumidores, investidores e trabalhadores com real procura de mercado, levanta de imediato uma bandeira especial do trabalho e diz, em mau tom, ao inovador educado, para fugir do país ou mudar compulsivamente de ocupação abdicando dos potenciais rendimentos que adviriam da inovação conseguida. O comuno-socialismo é psicopata e criminoso. Uma verdadeira doença mental grave, perigosa para todo e qualquer processo de criação de valor.

Anónimo 08.03.2018

A ruína e atraso de Portugal, face aos seus congéneres europeus mais desenvolvidos e ricos, tem como base o facto de se ter criado em Portugal um sistema que, gradualmente, gerou duas seguranças sociais públicas. Uma oficial e outra oficiosa. A oficiosa é parte integrante não de um Estado de Bem-Estar Social legítimo mas antes de um Estado de Bem-Estar Salarial iníquo e insustentável para sindicalizados, em especial do sector público, que auferem uma onerosa e injustificável prestação social sob a forma de remuneração em clara situação de sobreemprego vitalício ou sobrepagamento em crescendo, mesmo quando o preço de mercado para as tarefas que realizam não pára de descer nos mercados mundiais ou a procura, em variadíssimos casos, pura e simplesmente desapareceu se é que alguma vez existiu. Os 4000 colaboradores a menos na banca lusa em 2017, tirados a ferros de forma tardia, cara e incompleta, foram apenas a ponta de um vergonhoso icebergue que as esquerdas teimam em querer esconder.

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