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Marcelo vê "espaço para entendimentos" na Saúde

O Presidente da República diz que o maior desafio para a governação de António Costa será conciliar as necessidades imediatas do setor da saúde, que foi fortemente afetado pela pandemia, com objetivos de longo prazo.

Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República, tomada de posse
Marcelo Rebelo de Sousa, presidente da República, tomada de posse
03 de Abril de 2022 às 19:43

Marcelo Rebelo de Sousa considera que o programa de Governo é "flexível" quando à gestão do Serviço Nacional de Saúde (SNS) e aponta a oportunidade de "entendimentos" não só com os partidos da oposição, mas também com parceiros sociais. O presidente da República sublinha que, apesar da bazuca europeia, é preciso fazer escolhas sobre a alocação dos fundos, o que é será um desafio para o novo Executivo de António Costa.

"Há espaço para diálogo e entendimentos. E não é só entendimentos político-partidários, é - e não são menos importantes - também com parceiros sociais do domínio da saúde", afirmou o Chefe de Estado em declarações transmitidas pela SIC Notícias, após ter participado no Congresso Nacional da Ordem dos Médicos.

O Presidente da República respondia a questões sobre a gestão do SNS, nomeadamente sobre o futuro das parcerias público-privadas (PPP). Marcelo Rebelo de Sousa explicou que viu no programa de Governo, apresentado na sexta-feira pelo Executivo, abertura para uma revisão da atual formulação. "Abre-se um domínio interessante para a gestão [do sistema de saúde]", disse.

Questionado sobre se o programa de Costa deixa de fora o tema, rejeitou: "não penso que seja omisso, porque estão lá as questões todas". Sublinhou, no entanto, que "o dinheiro não chega para tudo ao mesmo tempo, mesmo numa altura como esta em que vai haver mais meios do que no passado", referindo-se aos fundos do plano de recuperação e resiliência (PRR).

Marcelo Rebelo de Sousa considera que as metas presentes no programa são "exequíveis", mas considera que o problema é a compatibilização das medidas exequíveis. "A gestão do tempo e do dinheiro é que é o problema", disse, acrescentando que "não é um programa feito para hoje nem para amanhã, não é um programa de emergência, é para um horizonte mais vasto".

Nesse sentido, corresponde, segundo o Presidente, ao programa eleitoral apresentado pelo PS. "Mas é um programa virado para um futuro que não é o imediato. A contabilização entre o que é possível fazer no imediato e o que é preciso fazer mais tarde é que vai ser o desafio da governação".

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