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Montenegro afirma que lidera um "Governo de concertação" com os setores público, social e privado

Segundo o primeiro-ministro, a sua equipa tem um acordo de concertação com o setor solidário e social do país, "através de parcerias estratégicas, concretas e efetivas".

Luís Montenegro
Luís Montenegro Tiago Petinga / Lusa - EPA
14:09

O primeiro-ministro defendeu esta terça-feira que lidera um "Governo de concertação", alegando que tem estabelecido compromissos com os setores social e privado e que já assinou 39 acordos com sindicatos da administração pública para valorização do trabalho.

Esta posição foi transmitida por Luís Montenegro no discurso que proferiu no encerramento da cerimónia de assinatura de uma adenda ao compromisso de cooperação com o setor solidário e social relativo ao biénio 2025-2026 - uma sessão que se realizou em São Bento e que foi aberta com uma intervenção da ministra Maria Rosário Palma Ramalho.

Na sua intervenção, o líder do executivo procurou realçar a capacidade de diálogo e de compromisso do seu Governo desde que iniciou funções.

"Valorizamos todos os setores, valorizamos o setor público, valorizamos o setor privado e valorizamos o setor social. Somos um Governo, efetivamente, de concertação", sustentou.

Segundo Luís Montenegro, a sua equipa tem um acordo de concertação com o setor solidário e social do país, "através de parcerias estratégicas, concretas e efetivas".

"Somos um Governo de concertação dentro do nosso próprio setor, porque já concertámos 39 vezes com sindicatos da administração pública - acordos de valorização das condições de trabalho. E também queremos e somos um Governo de concertação com o setor privado, nomeadamente com os trabalhadores portugueses à escala global", acrescentou.

O primeiro-ministro voltou ao tema da concertação no final do seu discurso, mas dessa vez para defender que o seu executivo tem em curso reformas com efeitos apenas a médio ou longo prazo, não se limitando a objetivos de gestão no presente.

No caso do acordo que assinada com os setores solidário e social, o líder do executivo considerou "crucial não deixar ninguém para trás" e, para isso, é essencial ajudar quando "o Estado às vezes não consegue chegar, ou não consegue chegar com o mesmo grau de eficiência".

"Temos um processo de reforma do Estado em curso. Temos um processo de transformação e uma agenda transformadora em curso e sabemos que os efeitos não serão imediatos. Demoram algum tempo e alguns deles vão acabar por expressar-se, talvez, quando nós já não estamos aqui", admitiu.

Porém, de acordo com Luís Montenegro, "não há nenhum problema com isso", porque tal é um sinal de que o seu Governo "está muito mais preocupado com aquilo que vai deixar".

"Respondemos às necessidades de hoje, mas também temos a visão estratégica de estarmos aqui apenas para gerir o dia-a-dia. Estamos para gerir o dia-a-dia e os problemas concretos das pessoas, mas, também, para legar aos vindouros uma sociedade mais equilibrada, mais justa, com maior solidez e consistência do ponto de vista social e económico", acrescentou.

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