Zona Franca da Madeira perdeu mil sociedades com mudanças fiscais
16 sucursais financeiras de bancos também estão de abalada após o Rectificativo.
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O êxodo de empresas internacionais como a Souza Cruz, Chevron-Texaco, CSN ou a Swatch, segundo Roy Garibaldi, director comercial da Zona Franca (ZFM), tem duas explicações com origens diferentes. A primeira é da responsabilidade do anterior secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Sérgio Vasques, que desistiu de renegociar os limites dos benefícios fiscais que vigoram até 2020, de modo a tornar as isenções parciais de IRC mais actractivas. Este processo negocial com a Comissão foi entretanto reaberto pelo actual Governo, mas durante pelo menos dois anos as empresas viram-se a braços com um enquadramento fiscal menos atraente do que outras praças, e acabaram por sair.