Seguro diz ser "homem de esperança" sobre legislação laboral e espera diálogo
"Eu sou um homem de esperança. E, portanto, aquilo que eu desejo é que o diálogo nunca falte e, sobretudo, a disponibilidade para esse diálogo", respondeu.
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O Presidente da República disse esta quarta-feira ser "um homem de esperança" e desejou disponibilidade para o diálogo sobre a legislação laboral, remetendo para o "momento certo" a decisão sobre a lei da nacionalidade, que ainda não lhe chegou.
Em declarações aos jornalistas durante o terceiro dia da Presidência Aberta, em Penela, distrito de Coimbra, António José Seguro foi questionado sobre se ainda acreditava na possibilidade de haver um acordo com a UGT sobre as alterações à legislação laboral.
"Eu sou um homem de esperança. E, portanto, aquilo que eu desejo é que o diálogo nunca falte e, sobretudo, a disponibilidade para esse diálogo", respondeu.
Questionado sobre se já tinha recebido em Belém a lei da nacionalidade, o Presidente da República disse que, segundo o que sabia, hoje ainda não.
"O Presidente decide no momento certo e no local certo. Não é este o momento", respondeu, quando questionado sobre se ponderava enviar para o Tribunal Constitucional o diploma, concretamente no que diz respeito à pena acessória de perda de nacionalidade.
Seguro explicou que, quando lhe chegam os diplomas, olha para os mesmos "com os especialistas da Casa Civil", fazendo a sua "ponderação política".
"É por isso que já promulguei vários decretos, quer da Assembleia, quer do Governo, nalguns fiz observações, que são públicas, os senhores jornalistas conhecem, aliás têm dado eco dessas observações, sempre num sentido construtivo. Eu vim para unir e para ser parte das soluções deste país", referiu