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Espanha: Supremo Tribunal processa Puigdemont, Junqueras e Turull por rebelião

O Supremo Tribunal avançou com um processo contra Puigdemont, Junqueras, Turull e outros 10 líderes independentistas, acusando-os de rebelião. O juiz considera que entre os 28 responsáveis investigados, 25 apresentam indícios de delitos, revela o El País.

Reuters
Sara Antunes saraantunes@negocios.pt 23 de Março de 2018 às 11:35
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O juiz Pablo Llarena processou 13 líderes do processo de independência da Catalunha por crimes de rebelião. Os acusados são: Carles Puigdemont, ex-líder do governo catalão, Oriol Junqueras, ex-vice-presidente da Catalunha, sete conselheiros (Joaquim Forn, Jordi Turull, Raül Romeva, Clara Ponsatí, Josep Rull, Toni Comín e Dolors Bassa), a ex-presidente do Parlamento, Carme Forcadell, o ex-presidente da Assembleia Nacional, Jordi Sànchez, Jordi Cuixart, que preside uma organização independente, a Omnium Cultura, e a secretária geral da ERC, Marta Rovira.

 

Além destes responsáveis, o juiz processou ainda cinco ex-membros do Governo catalão Meritxell Borràs, Lluis Puig, Carles Mundó, Santi Vila e Meritxell Serret. Nestes casos, estes responsáveis estão a ser acusados de uso indevido de dinheiros públicos e desobediência.

Puigdemont, Junqueras e outros sete ex-conselheiros também estão a ser acusados de uso indevido de dinheiros públicos.

 

O juiz estipulou uma fiança no valor de 2,1 milhões de euros, um montante que deverá ser pago pelos 14 ex-membros do Governo liderado por Puigdemont. O valor foi calculado a partir da quantia estimada que foi usada para realizar o referendo (1,6 milhões de euros), acrescido de um terço deste mesmo valor, de acordo com o El País.

 

A situação na Catalunha continua envolta em incerteza política. Ainda ontem, o candidato a presidente do governo catalão proposto pelos dois maiores partidos do bloco independentista, Jordi Turull, falhou a investidura devido à abstenção dos quatro deputados da esquerda radical soberanista. Jordi Turull deverá ser eleito na segunda volta, em que basta a maioria simples.

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