Portugal é dos que têm mais margem para absorver novo choque energético
Posição do país melhorou face à crise de 2022, logo a seguir à invasão da Ucrânia. Cenário de guerra prolongada no Médio Oriente pode reduzir o PIB da Zona Euro em 1,2 pontos percentuais e acelerar a inflação em 1,4 pontos.
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Portugal está entre os países da Zona Euro mais bem posicionados para absorverem um novo choque energético, comparando com o que aconteceu em 2022 após a invasão russa da Ucrânia que levou os preços da energia a escalarem mais de 40% no bloco da moeda única. Quatro anos depois, o país está numa posição relativamente mais confortável, juntamente com outros seis Estados-membros. É essa a conclusão de uma análise assinada pelo economista-chefe do Mecanismo Europeu de Estabilidade (ESM, na sigla inglesa), Rolf Strauch, divulgada esta quarta-feira.