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Tempestades: Gastos com lay-off, apoio a famílias ou geradores devem contar para Bruxelas

Como fez Espanha nas cheias de 2024, Portugal espera que parte da despesa de resposta ao recente “comboio de tempestades” não conte na vigilância orçamental ao país. Mas Comissão Europeia avisa que as regras só permitem dispensar custos “diretos” e “imediatos”.

Na última reunião do Ecofin, o ministro das Finanças indicou que Bruxelas mostrou abertura para considerar as despesas com tempestades e cheias como despesa 'one-off'.
Na última reunião do Ecofin, o ministro das Finanças indicou que Bruxelas mostrou abertura para considerar as despesas com tempestades e cheias como despesa "one-off". Olivier Hoslet/EPA
04 de Março de 2026 às 23:30
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O Governo já abriu a porta à ideia de um regresso aos défices, neste ano, em virtude da resposta à situação de calamidade iniciada com a depressão Kristin, e espera que a excecionalidade desta despesa seja reconhecida quando for altura de avaliar o cumprimento das regras orçamentais. Esse reconhecimento será, sobretudo, importante em 2027. Porém, muitos dos gastos agora previstos deverão pesar negativamente no desempenho orçamental do país perante Bruxelas.

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