Reprogramação do PRR dá pequena folga de 19 milhões às contas públicas
Em causa estão empréstimos das escolas que vão ser reorientados para o instrumento financeiro para a inovação e competitividade, gerido pelo Banco de Fomento. Tratamento contabilístico diferente que é dado às verbas geridas pelo banco permite aliviar a pressão orçamental.
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Depois da tempestade, vem a bonança. A proposta de reprogramação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), entregue a Bruxelas na sequência do comboio de tempestades que abalou o país no arranque do ano, traz uma pequena folga para as contas públicas. São 19 milhões de euros em empréstimos que vão deixar de ser contabilizados como despesa efetiva, permitindo um ligeiro alívio no saldo orçamental.