Santos Silva diz que provas da Operação Marquês foram obtidas de forma ilegal

No pedido de abertura de instrução, o empresário queixa-se de ter sido investigado, ilegalmente, desde 2005, pede a nulidade da acusação e compara o Ministério Público à PIDE
Mariline Alves/CM
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jng@negocios.pt 07 de setembro de 2018 às 19:42

A defesa de Carlos Santos Silva alega que os indícios que serviram de base à acusação da Operação Marquês foram obtidos de forma ilegal, que o empresário de Leiria esteve a ser investigado clandestinamente desde 2005 e que a equipa formada por inspectores tributários, que coadjuvou o procurador Rosário Teixeira na investigação ao caso não tinha competências para acompanhar o caso.
Num longo requerimento de abertura de instrução, a que a Sábado teve acesso, a defensora de Carlos Santos Silva, Paula Lourenço, defende a inconstitucionalidade de uma série de acções realizadas pelos investigadores.

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