Corredor do Lobito é via "de desenvolvimento" para Angola e a região, diz José de Lima Massano
Recordando o atual contexto internacional, em particular a guerra no Médio Oriente, o ministro nota que esta via poderá “trazer alternativas competitivas para o comércio internacional”.
O Corredor do Lobito “vai facilitar o comércio internacional" e criar “mais um canal competitivo de circulação de mercadorias entre continentes e países”, sublinhou o ministro de Estado para a Coordenação Económica de Angola, José de Lima Massano.
Numa conversa com o diretor-adjunto do Negócios, Celso Filipe, Lima Massano referiu, na conferência “Radar África - Os Caminhos de Angola”, que o Negócios promove esta sexta-feira, que além deste potencial, Angola vê este projeto não apenas como uma linha férrea, mas também como um canal e via de desenvolvimento para o país e a região: “é um corredor de desenvolvimento”, sublinhou.
Recordando o momento que atravessamos no contexto internacional, em particular a guerra no Médio Oriente, o ministro nota que esta via “tem o potencial de ligar o Atlântico ao Índico” e poderá “trazer alternativas competitivas para o comércio internacional”.
José de Lima Massano destacou que, do lado de Angola, haverá entre 4 a 5 plataformas logísticas, que terão o potencial de desenvolver o setor da agroindústria no país. A primeira plataforma, que, diz, "estamos a desenhar em fase bem avançada”, conta já com investimento, inclusive, dos Países Baixos, e centrar-se-á na produção de abacate. Ao mesmo tempo, apontou para a possibilidade de existir uma maior produção e exportação de café com o desenvolvimento do Corredor do Lobito.
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